I Kairós Juventude Viva – Anápolis – Go.




“FAZEI TUDO O QUE ELE

VOS DISSER ! …”

(São João 2,5)



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Encontro diocesano para Jovens a ser realizado no Centro de Evangelização João Paulo II nos dias 31/10 a 2/11 de 2014.

Fichas R$ 40,00 dormindo no local com refeições.
Início na Sexta feira às 19:00 Hs

Levar Bíblia, Terço e roupas de cama.

Procure sua Ficha

Maiores informações com:

Helismar: 9611-2665

Escritório RCC: 3387-2439


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I Congresso Diocesano Jovem – RCC – Anápolis – Go.

Dias 14, 15 e 16 de novembro

Local: No Centro de Evangelização João paulo II

Show com Diego Fernandes, Ingressos já a venda.


SHOW COM DIEGO FERNANDES



João Paulo II já é Beato.

João Paulo II tinha a força

de um gigante, diz papa

Bento XVI

Foto Gigante de João Paulo II – Especialmente confeccionada para sua Beatificação em 1º de Maio de 2011

Mais de um milhão de pessoas participaram hoje da beatificação de João Paulo II, uma das maiores da história da Igreja. O evento histórico não tem precedentes, já que nos últimos mil anos nenhum papa proclamou seu antecessor como beato.

A celebração de hoje ganha destaque especial também por ser o Domingo da Divina Misericórdia, festa criada por João Paulo II, particularmente devoto e ligado à santa polonesa Faustina Kowalska, religiosa falecida em 1938 e canonizada pelo próprio João Paulo II em 30 de abril de 2000.

A data escolhida para a beatificação é ainda a celebração litúrgica mais próxima da morte de João Paulo II, que faleceu na véspera da festa da Divina Misericórdia em 2005, celebrada anualmente no primeiro domingo depois da Páscoa. Ao entrar na Praça de São Pedro, iluminada por um morno sol de primavera, o papa foi acolhido pela multidão que o saudou com carinho em sua passagem com o papa-móvel.

A cerimônia começou com o pedido formal de beatificação pelo Cardeal Agostino Vallini, vigário-geral do papa para a Diocese de Roma, que leu também a biografia de João Paulo II. Ao seu lado, estava o postulador da causa, Mons. Sławomir Oder.

Em seguida, Bento XVI recitou fórmula de beatificação em latim, fazendo o anúncio da data da festa litúrgica em 22 de outubro, (dia da primeira missa de seu pontificado) e foi descerrada uma grande foto que retrata Karol Wojtyla em 1995.

A partir daquele momento, a Igreja católica ganhou um novo beato: o bem-aventurado João Paulo II.

Um interminável aplauso, comoção, lágrimas nos olhos de fiéis de todas as idades, cantos e abraços inundaram a Praça, que explodiu de alegria. Irmã Tobiana, uma das mais próximas colaboradoras de João Paulo II, e Irmã Marie Simon Pierre, a religiosa francesa que recebeu a graça por sua intercessão e foi curada do mal de Parkinson, levaram as relíquias ao altar: uma pequena ampola contendo o sangue do beato João Paulo II. O caixão com os restos mortais de João Paulo II ficará exposto hoje para veneração, até o último devoto, na Basílica de São Pedro.

Rádio Vaticano

Coração Fiel

Mais de 1 milhão de pessoas acompanharam a Beatificação de João Paulo II.


Jesus

Elena Guerra foi a precursora da RCC.

Beata Elena Guerra

(1835-1914)

“Apóstola do Espírito Santo”

Veni Sancte Spiritus!

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Elena Guerra nasceu em Lucca (Itália), no dia 23 de Junho de 1835. Viveu e cresceu em um clima familiar profundamente religioso. Durante uma longa enfermidade, se dedica à meditação da Palavra de Deus e ao estudo dos Padres da Igreja, o que determina seu orientamento da vida interior e de seu apostolado; primeiro na Associação das Amigas Espirituais, idealizada por ela mesma para promover entre as jovens a amizade em seu sentido cristão, e depois nas Filhas de Maria.

Em Abril de 1870, Elena participa de uma peregrinação pascal em Roma juntamente com seu pai, Antônio. Entre outros momentos marcantes, a visita às Catacumbas dos Mártires confirmam nela o desejo pela vida consagrada. Em 24 de Abril, assiste na Basílica de São Pedro a terceira sessão conciliar do Vaticano I, na qual vinha aprovada a Constituição “Dei Filius” sobre a Fé. A visita ao Papa Pio IX a comove de tal maneira que depois de algumas semanas, já em Lucca, no dia 23 de Junho, faz a oferta de toda a sua vida pelo Papa.

No ano de 1871, depois de uma grande noite escura, seguida de graças místicas particulares, Elena com um grupo de Amigas Espirituais e Filhas de Maria, dá início a uma nova experiência de vida religiosa comunitária, que em 1882 culminará na fundação da Congregação das Irmãs de Santa Zita, dedicada a educação cultural e religiosa da juventude. É neste período que Santa Gemma Galgani se tornará “sua aluna predileta”.

Elena Guerra

Elena Guerra - A Apóstola do Espírito Santo.

Em 1886, Elena sente o primeiro apelo interior a trabalhar de alguma forma para divulgar a Devoção ao Espírito Santo na Igreja. Para isto, escreve secretamente muitas vezes ao Papa Leão XIII, exortando-o a convidar “os cristãos modernos” a redescobrirem a vida segundo o Espírito; e o Papa, amavelmente solicitado pela mística Luquese, dirige à toda Igreja alguns documentos, que são como uma introdução a vida segundo o Espírito e que podem ser considerados também como o início do “retorno ao Espírito Santo” dos tempos atuais: A breve “Provida Matris Charitate” de 1895; a Encíclica “Divinum Illud Munus” em 1897 e a carta aos bispos “Ad fovendum in christiano populo”, de 1902.

Em Outubro de 1897, Elena é recebida em audiência por Leão XIII, que a encoraja a prosseguir o apostolado pela causa do Espírito Santo e autoriza também a sua Congregação a mudar de nome, para melhor qualificar o carisma próprio na Igreja: Oblatas do Espírito Santo.

Para Elena, a exortação do Papa é uma ordem, e se dedica ainda com maior empenho à causa do Espírito Santo, aprofundando assim, para si e para os outros, o verdadeiro sentido do “retorno ao Espírito Santo”: Será este o mandato da sua Congregação ao mundo.

Elena, em suas meditações com a Palavra de Deus, é profundamente impressionada e comovida por tudo o que acontece no Cenáculo histórico da Igreja Nascente: Ali, Jesus se oferece como vítima a Deus para a salvação dos homens; ali institui o Sacramento de Amor, a Eucaristia; ali, aparece aos seus discípulos depois da ressurreição e ali, enfim, manda de junto do Pai o Espírito Santo sobre a Igreja Nascente.

A Igreja é chamada a realizar os Mistérios do Cenáculo, Mistérios permanentes, e, portanto, o Mistério Pascal: A Igreja é, por isto, prolongamento do Cenáculo, e, analogamente, é ela mesma como um Cenáculo Espiritual Permanente.

É neste Cenáculo do Mistério Pascal, no qual o Senhor Ressuscitado reúne a comunidade sacerdotal real e profética, que também nós, e cada fiél em particular, fomos inseridos pelo Espírito mediante o Batismo e a Crisma, e capacitados a participar da Eucaristia, que é uma assembléia de confirmados, e, portanto, semelhante a primeira comunidade do Cenáculo depois da descida do Espírito Santo. É nesta prospectiva que Elena Guerra concebe e inicia o “Cenáculo Universal” como movimento de oração ao Espírito Santo.

Elena morreu no dia 11 de Abril de 1914, sábado santo, com o grande desejo no coração de ver “os cristãos modernos” tomando consciência da presença e da ação do Espírito Santo em suas vidas, condição indispensável para um verdadeiro “renovamento da face da terra”.

Elevada à honra dos altares em 26 de Abril de 1959, justamente o Papa a definiu “Apóstola do Espírito Santo dos tempos modernos”, assim como Santa Maria Madalena foi a apóstola da Ressurreição e Santa Maria Margarida Alacoque a apóstola do Sagrado Coração.

O carisma profético de Elena é ainda atual, visto que a única necessidade da Igreja e do Mundo é a renovação contínua de um perene e “Novo Pentecostes” que por fim “renove a face da terra”.

“A vinda do Espírito Santo

no Cenáculo, foi como o beijo da

reconciliação dadopor Deus à

humanidade redimida no

Sangue de Jesus”

(Elena Guerra)

Leão XIII

Divinum illud munus

sobre o Espírito Santo
1897.05.09

João Paulo II

Dominum et vivificantem

sobre o Espírito Santo
na Vida da Igreja e do Mundo
1986.05.18

Semeando a cultura de Pentecostes


Semeando a cultura de Pentecostes !



“O século carismático”

“The Charismatic Century”

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“Mas cumpre-se o que foi dito pelo profeta Joel: Acontecerá nos últimos dias – é Deus quem fala -, que derramarei do meu Espírito sobre todo ser vivo: Sobre os meus servos e sobre as minhas servas derramarei naqueles dias do meu Espírito,[…]”

“Chegando o dia de Pentecostes,De repente, veio do céu um ruído, como se soprasse um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam sentados. Apareceu-lhes então uma espécie de línguas de fogo que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. Ficaram todos cheios do Espírito Santo...[…]” (Atos 2) estavam todos reunidos no mesmo lugar.

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Vitral_Espírito_Santo_Jaraguá

XXVIII Congresso Nacional da RCC

Vamos partilhar neste momento sobre os frutos que a graça de Pentecostes tem gerado na Renovação Carismática Católica (RCC) em todo o Brasil. O Espírito Santo, ao vir sobre nós, gera o desejo de assumirmos a nossa missão.


O Papa João Paulo II, ao se dirigir à RCC, afirmou: “A única cultura que é capaz de transformar a nossa sociedade é a cultura de Pentecostes”. Nós desse movimento eclesial temos uma tarefa específica, uma missão e Dom Alberto dizia que Deus espera que a RCC apenas seja “renovação”. E ser renovação é ser sinal, rosto e memória de Pentecostes.

A RCC tem se colocado à escuta do Espírito e procurado ser fiel. Estamos colocando em marcha aquilo que o Espírito tem dito para ela [RCC] nestes tempos.

Houve momentos em que a Igreja não estava tão desperta para o Espírito Santo, por diversas razões. No último século Deus começou a agir em nosso meio, de modo especial por intermédio de Elena Guerra.
O Papa Bento XVI falou, agora em maio, sobre as relíquias católicas, e Dom Alberto nos explicou que quando temos uma relíquia do corpo de um santo é como ter a presença da própria pessoa. E para nossa alegria, queremos trazer aqui a relíquia da Beata Elena Guerra, que foi chamada de “A apóstola do Espírito Santo”.

A RCC, através do seu Conselho Nacional, tem se colocado à escuta do Espírito, e foi inspirada por Deus para fazer um projeto para difundir a cultura de Pentecostes. Um dos meios é o projeto chamado “Semeando a cultura de Pentecostes em sua diocese”.

Elena Guerra era freira, de origem italiana da cidade de Lucca. Nasceu em 1835, no século XIX e morreu em 1914, início do século XX. Mas, qual a importância dela? Há uma devoção que tem resgatado a história do que Deus está fazendo no mundo, a qual começou com ela.Deus sempre falou através de muitos místicos a respeito do Espírito Santo e Ele se serviu de Elena Guerra para dialogar com o Magistério da Igreja. No final do século XIX, o próprio Jesus começou a falar com essa grande mulher de Deus em moções interiores, dizendo a ela que era preciso fazer algo para que voltassem a estar atentos à Pessoa do Espírito Santo na Igreja. Ela relutou por anos, pois é muito complicado dizer que “Jesus está falando comigo”. O Senhor, então, falou a uma empregada doméstica para que esta dissesse a Elena Guerra que era Ele mesmo quem falava com ela. Depois disso, Elena conta o fato a seu confessor, que o narra ao bispo, o qual analisa os escritos e vê a veracidade. Leão XIII tomou ciência do ocorrido e se interessou por ele escrevendo um “Breve”, no qual recomenda a novena de Pentecostes. Porém, nada disso aconteceu e Elena volta a escrever ao Papa Leão XIII.

Ironi Spuldaro, Lázaro Praxedes e Reinaldo Beserra

:: Fotos no Flickr …………..Foto: Robson Siqueira


O Santo Padre, então, no dia 9 de maio de 1897, promulga a 1ª Encíclica sobre o Espírito Santo. Na ocasião, o Pontífice fala sobre a missão do Espírito. Ele decreta que a partir daquela data se celebre em todas a Igreja a novena do Espírito Santo em preparação à Festa de Pentecostes. Entre 31 de dezembro e 1º janeiro de 1900, invoca o ‘Veni Creator’, consagra o século XX à Terceira Pessoa da Santíssima Trindade e reza a “Ladainha do Espírito”, que ele escreveu, por causa de Elena Guerra. E nós começamos o século XX, dessa forma, com muitas transformações.

O Papa João XXIII, em abril de 1959, fez a sua primeira beatificação, que foi a de Elena Guerra. A beata escreveu mais de 50 livros sobre o Espírito Santo Paráclito. Há 50 anos dizia o Sumo Pontífice João XXIII: “Depois de tantos anos da partida da madre Helena Guerra, sua mensagem permanece atual. Todos percebemos, de fato, a necessidade de uma contínua efusão do Espírito, assim como uma experiência de um novo Pentecostes”.

Essa consciência de um novo Pentecostes cresce ao caminhar do século. Em 2006, o Pentecostalismo protestante celebrou o centenário deles. Mas, há um fato interessante que gerava controvérsia entre eles: Naquele dia em que o Santo Padre consagrou o século XX ao Espírito Santo, no mesmo dia em Topeka, no Arkansas (EUA), na Igreja metodista, uma mulher pediu ao pastor que rezasse para que ela vivesse a mesma experiência de Pentecostes, descrito em Atos dos Apóstolos II. E ali houve a manifestação da oração em línguas.

Em 2006, em Los Angeles, os protestantes fizeram um evento para comemorar esse centenário. A Igreja Católica foi convidada para a comemoração e alguns membros do Conselho da RCC foram lá. Éramos umas 20 pessoas no meio de 30 mil protestantes. Jack Hayford, um pastor muito conhecido, comandava as manhãs desse encontro. E ele lançou um livro chamado “O século carismático”.

Na hora, peguei o livro e qual foi a minha surpresa? A obra começa falando do hino de invocação ao Espírito Santo escrito pelo Papa Leão XIII e da consagração que ele fez do século ao Espírito Santo. O livro também fala de Elena Guerra e da novena ao Espírito Santo, esclarecendo inclusive o que é uma novena. E explica a nossa história.

O século carismático começou de verdade, naquela noite, com Leão XIII invocando o Espírito Santo sobre o século XX.

Transcrição e adaptação: Nara Bessa

Fonte: Blog Canção Nova.

Palestra no:

XXVIII Congresso Nacional da RCC


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XXVIII Congresso Nacional da RCC
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Semear a cultura de Pentecostes

Reinaldo Beserra
Foto: Robson Siqueira

Vamos partilhar neste momento sobre os frutos que a graça de Pentecostes tem gerado na Renovação Carismática Católica (RCC) em todo o Brasil. O Espírito Santo, ao vir sobre nós, gera o desejo de assumirmos a nossa missão.

O Papa João Paulo II, ao se dirigir à RCC, afirmou: “A única cultura que é capaz de transformar a nossa sociedade é a cultura de Pentecostes”. Nós desse movimento eclesial temos uma tarefa específica, uma missão e Dom Alberto dizia que Deus espera que a RCC apenas seja “renovação”. E ser renovação é ser sinal, rosto e memória de Pentecostes.

O que eu estou fazendo para ser esse sinal de Pentecostes?

A RCC tem se colocado à escuta do Espírito e procurado ser fiel. Estamos colocando em marcha aquilo que o Espírito tem dito para ela [RCC] nestes tempos.

Houve momentos em que a Igreja não estava tão desperta para o Espírito Santo, por diversas razões. No último século Deus começou a agir em nosso meio, de modo especial por intermédio de Elena Guerra.

O Papa Bento XVI falou, agora em maio, sobre as relíquias católicas, e Dom Alberto nos explicou que quando temos uma relíquia do corpo de um santo é como ter a presença da própria pessoa. E para nossa alegria, queremos trazer aqui a relíquia da Beata Elena Guerra, que foi chamada de “A apóstola do Espírito Santo”.

A RCC, através do seu Conselho Nacional, tem se colocado à escuta do Espírito, e foi inspirada por Deus para fazer um projeto para difundir a cultura de Pentecostes. Um dos meios é o projeto chamado “Semeando a cultura de Pentecostes em sua diocese”.

Elena Guerra era freira, de origem italiana da cidade de Lucca. Nasceu em 1835, no século XIX e morreu em 1914, início do século XX. Mas, qual a importância dela? Há uma devoção que tem resgatado a história do que Deus está fazendo no mundo, a qual começou com ela.


Deus sempre falou através de muitos místicos a respeito do Espírito Santo e Ele se serviu de Elena Guerra para dialogar com o Magistério da Igreja. No final do século XIX, o próprio Jesus começou a falar com essa grande mulher de Deus em moções interiores, dizendo a ela que era preciso fazer algo para que voltassem a estar atentos à Pessoa do Espírito Santo na Igreja. Ela relutou por anos, pois é muito complicado dizer que “Jesus está falando comigo”. O Senhor, então, falou a uma empregada doméstica para que esta dissesse a Elena Guerra que era Ele mesmo quem falava com ela. Depois disso, Elena conta o fato a seu confessor, que o narra ao bispo, o qual analisa os escritos e vê a veracidade. Leão XIII tomou ciência do ocorrido e se interessou por ele escrevendo um “Breve”, no qual recomenda a novena de Pentecostes. Porém, nada disso aconteceu e Elena volta a escrever ao Papa Leão XIII.

Ironi Spuldaro, Lázaro Praxedes e Reinaldo Beserra
Foto: Robson Siqueira

O Santo Padre, então, no dia 9 de maio de 1897, promulga a 1ª Encíclica sobre o Espírito Santo. Na ocasião, o Pontífice fala sobre a missão do Espírito. Ele decreta que a partir daquela data se celebre em todas a Igreja a novena do Espírito Santo em preparação à Festa de Pentecostes. Entre 31 de dezembro e 1º janeiro de 1900, invoca o ‘Veni Creator’, consagra o século XX à Terceira Pessoa da Santíssima Trindade e reza a “Ladainha do Espírito”, que ele escreveu, por causa de Elena Guerra. E nós começamos o século XX, dessa forma, com muitas transformações.

O Papa João XXIII, em abril de 1959, fez a sua primeira beatificação, que foi a de Elena Guerra. A beata escreveu mais de 50 livros sobre o Espírito Santo Paráclito. Há 50 anos dizia o Sumo Pontífice João XXIII: “Depois de tantos anos da partida da madre Helena Guerra, sua mensagem permanece atual. Todos percebemos, de fato, a necessidade de uma contínua efusão do Espírito, assim como uma experiência de um novo Pentecostes”.

Essa consciência de um novo Pentecostes cresce ao caminhar do século. Em 2006, o Pentecostalismo protestante celebrou o centenário deles. Mas, há um fato interessante que gerava controvérsia entre eles: Naquele dia em que o Santo Padre consagrou o século XX ao Espírito Santo, no mesmo dia em Topeka, no Arkansas (EUA), na Igreja metodista, uma mulher pediu ao pastor que rezasse para que ela vivesse a mesma experiência de Pentecostes, descrito em Atos dos Apóstolos II. E ali houve a manifestação da oração em línguas.

Em 2006, em Los Angeles, os protestantes fizeram um evento para comemorar esse centenário. A Igreja Católica foi convidada para a comemoração e alguns membros do Conselho da RCC foram lá. Éramos umas 20 pessoas no meio de 30 mil protestantes. Jack Hayford, um pastor muito conhecido, comandava as manhãs desse encontro. E ele lançou um livro chamado “O século carismático”. Na hora, peguei o livro e qual foi a minha surpresa? A obra começa falando do hino de invocação ao Espírito Santo escrito pelo Papa Leão XIII e da consagração que ele fez do século ao Espírito Santo. O livro também fala de Elena Guerra e da novena ao Espírito Santo, esclarecendo inclusive o que é uma novena. E explica a nossa história.

O século carismático começou de verdade, naquela noite, com Leão XIII invocando o Espírito Santo sobre o século XX.

Transcrição e adaptação: Nara Bessa

O que dizem os Papas sobre a RCC ?

QUE DEUS TE ABENÇOE E TE

GUARDE, DERRAME SOBRE TI TODA

SUA GRAÇA E MISERICÓRDIA

CURANDO-TE E TRANFORMANDO-TE

EM UMA NOVA CRIATURA.

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Bento XVI Fala sobre a RCC.

Caríssimos Irmãos e Irmãs!

«Subitamente ressoou, vindo do céu, um som comparável ao de forte rajada de vento, que encheu toda a casa onde se encontravam. Viram, então, aparecer umas línguas à maneira de fogo, que se iam dividindo, e pousou uma sobre cada um deles. Todos ficaram cheios de Espírito Santo» (At 2, 2-3).

3. Em Jerusalém, há quase dois mil anos, no dia de Pentecostes, diante de uma multidão estupefata e zombeteira por causa da inexplicável mudança notada nos Apóstolos, Pedro proclama com coragem: «Jesus de Nazaré, Homem acreditado por Deus junto de vós… a Este matastes, cravando-O na cruz pela mão de gente perversa. Mas Deus ressuscitou-O» (At 2, 22-24). Nas palavras de Pedro manifesta-se a autoconsciência da Igreja, fundada sobre a certeza de que Jesus Cristo está vivo, atua no presente e transforma a vida.

O Espírito Santo, já operante na criação do mundo e na Antiga Aliança, revela-Se na Encarnação e na Páscoa do Filho de Deus, e como que «explode» no Pentecostes para prolongar, no tempo e no espaço, a missão de Cristo Senhor. O Espírito constitui assim a Igreja como fluxo de vida nova, que circula dentro da história dos homens.

9. Jesus disse: «Vim lançar fogo sobre a terra; e que quero Eu senão que ele já se tenha ateado?» (Lc 12, 49); enquanto a Igreja se prepara para cruzar o limiar do terceiro milênio, acolhamos o convite do Senhor, para que o Seu fogo se propague no nosso coração e no dos irmãos.

Hoje, deste cenáculo da Praça de São Pedro, eleva-se uma grande oração: Vinde Espírito Santo, vinde e renovai a face da terra! Vinde com os vossos sete dons! Vinde Espírito de vida, Espírito de verdade, Espírito de comunhão e de amor! A Igreja e o mundo têm necessidade de Vós. Vinde Espírito Santo e tornai sempre mais fecundos os carismas que concedeis. Dai nova força e impulso missionário a estes vossos filhos e filhas aqui reunidos. Dilatai o coração deles, reavivai o seu empenho cristão no mundo. Tornai-os corajosos mensageiros do Evangelho, testemunhas de Jesus Cristo ressuscitado, Redentor e Salvador do homem. Fortalecei o seu amor e a sua fidelidade à Igreja.

Fonte: RCC Brasil.

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Jesus Jesus



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O CERCO DE JERICÓ.

Jerico_Muralhas

Esta prática nasceu na Polônia. Consiste na oração incessante de Rosários, durante sete dias e seis noites, diante do Santíssimo Sacramento exposto.


De onde veio a inspiração paro o “Cerco de Jericó”?

No Antigo Testamento, depois da morte de Moisés, Deus escolheu Josué para conduzir o povo hebreu. Deus disse a Josué que atravessasse o Jordão com todo o povo e tomasse posse da Terra Prometida. A cidade de Jericó era uma fortaleza inexpugnável. Ao chegar junto às muralhas de Jericó, Josué ergueu os olhos e viu um Anjo, com uma espada na mão, que lhe deu ordens concretas e detalhadas. Josué e todo Israel executaram fielmente as ordens recebidas: durante seis dias, os valentes guerreiros de Israel deram uma volta em torno da cidade. No sétimo dia, deram sete voltas. Durante a sétima volta, ao som da trombeta, todo o povo levantou um grande clamor e, pelo poder de Deus, as muralhas de Jericó caíram… (cf. Js 6).

Jerico_Queda

O Santo Padre João Paulo II devia ir à Polônia a 8 de maio de 1979, para o 91º aniversário do martírio de Santo Estanislau, bispo de Cracóvia. Era a primeira vez que o Papa visitava o seu país, sob o regime comunista; era uma visita importantíssima e muito difícil. Aqui começaria a ruína do comunismo ateu e a queda do muro de Berlim. Em fins de novembro de 1978, sete semanas depois do Conclave que o havia eleito Papa, Nossa Senhora do Santo Rosário teria dado uma ordem precisa a uma alma privilegiada da Polônia: “Para a preparação da primeira peregrinação do Papa à sua Pátria, deve-se organizar na primeira semana de maio de 1979, em Jasna Gora (Santuário Mariano), um Congresso do Rosário: sete dias e seis noites de Rosários consecutivos diante do Santíssimo Sacramento exposto.”

No dia da Imaculada Conceição (8 de dezembro de 1978), Anatol Kazczuck, daí em diante promotor desses Cercos, apresentou a ordem da Rainha do Céu a Monsenhor Kraszewski, bispo auxiliar da Comissão Mariana do Episcopado. Ele respondeu: “É bom rezar diante do Santíssimo Sacramento exposto; é bom rezar o Terço pelo Papa; é bom rezarem Jasna Gora. Podeis fazê-lo.” Anatol apresentou também a mensagem de Nossa Senhora a Monsenhor Stefano Barata, bispo de Czestochowa e Presidente da Comissão Mariana do Episcopado. Ele alegrou-se com o projeto, mas aconselhou-os a não darem o nome de “Congresso”, para maior facilidade na sua organização. Então, deu-se o nome de “Cerco de Jericó” a esta iniciativa.


O padre-diretor de Jasna Gora aprovou o projeto, mas não queria que se realizasse em maio por causa dos preparativos para a visita do Santo Padre. Dizia ele: “Seria melhor em abril.” “Mas a Rainha do Céu deu ordens para se organizarem esses Rosários permanentes na primeira semana de maio”, respondeu o Sr. Anatol. O padre aceitou, recomendando-lhe que fossem evitadas perturbações. A Santíssima Virgem sabia bem que o Cerco de Jericó em maio não iria perturbar a visita do Papa, porque ele não viria. E, logo a seguir, as autoridades recusaram o visto de entrada no país ao Santo Padre, como tinham feito a Paulo VI em 1966. Consternação geral em toda a Polônia! O Papa não poderia visitar a sua Pátria.

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Adoração ao Santíssimo por Canção Nova..

Foi, então, com redobrado fervor que se organizou o “assalto” de Rosários. E, no dia 7 de maio, ao mesmo tempo que terminava o Cerco, caíram “as muralhas de Jericó”. Um comunicado oficial anunciava que o Santo Padre visitaria a Polônia de 2 a 10 de junho. Sabe-se como o povo polonês viveu esses nove dias com o Papa, o “seu” Santo Padre, numa alegria indescritível! No dia de 10 de junho, João Paulo II terminava a sua peregrinação, consagrando, com todo Episcopado polonês, a nação polaca ao Coração Doloroso e Imaculado de Maria, diante de um milhão e quinhentos mil fiéis reunidosem Blonic Kraskoskic. Foi a apoteose!

Depois dessa estrondosa vitória, a Santíssima Virgem ordenou que se organizassem Cercos de Jericó todas as vezes que o Papa João Paulo II saísse em viagem apostólica. “O Rosário tem um poder de exorcismo”, dizem os nossos amigos da Polônia, “ele torna o demônio impotente.” Por ocasião do atentado contra o Papa, em 13 de maio de 1981, os poloneses lançaram de novo um formidável “assalto” de Rosários e obtiveram o seu inesperado restabelecimento. Mais uma vez, as muralhas de ódio de Satanás se abatiam diante do poder da Ave-Maria. Em várias partes do mundo estão sendo realizados agora Cercos de Jericó. A 2 de fevereiro de 1986, aquela mesma alma privilegiada recebia outra mensagem da Rainha Vitoriosa do Santíssimo Rosário: “Ide ao Canadá, aos Estados Unidos, à Inglaterra e à Alemanha para salvar o que ainda pode ser salvo.” Nossa Senhora pede que se organizem os Rosários permanentes e os Cercos de Jericó, se queremos ter certeza da vitória.


http://www.cleofas.com.br/

Cerco_Jericó.

A Renovação Carismática Católica de Anápolis realiza um Cerco de Jericó todo més no Centro de Evangelização João Paulo II, geralmente iniciando-se na 2ª terça feira de cada més, salvo alguma modificação por motivo de força maior.

Proximos Cercos da RCC em Anápolis.

15 a 22 de Março de 2011

05 a 12 de Abril de 2011

10 a 17 de Maio de 2011

14 a 21 de Junho de 2011

Não Haverá cerco em Julho de 2011

09 a 16 de agosto de 2011

06 a 13 de Setembro de 2011

04 a 11 de Outubro de 2011

08 a 15 de Novembro de 2011

06 a 13 de Dezembro de 2011

Click aqui:

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Adoração ao Santíssimo por Canção Nova.