O Amor de Deus por nós.


“Deus nos Ama com Amor Eterno”


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“Deus amou tanto o mundo que deu o seu Filho unigênito, para que não morra todo o que nele crer, mas tenha a vida eterna” (São João 3, 16). De fato, Deus nos amou tanto que entregou o Seu único Filho para nos resgatar e nos salvar. Você tem ideia desse amor?

O amor de Deus por nós é grande e incondicional; ninguém nos ama mais que Ele. Por isso, devemos nós, também, amá-Lo de todo o coração e agradecê-Lo sempre por Seu amor. E o Pai não nos pede nada em troca, senão acolhê-Lo, apenas. Absolutamente nada é mais importante na vida do que esse amor, que deve, de verdade, consumir nossas entranhas, possuir nosso coração e dar direção para nossa vida.


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Ter a certeza de que somos amados pelo Pai é muito bom e faz toda a diferença na vida. Quando tomamos posse do amor de Deus por nós, logo a nossa vida ganha outro sabor e outro sentido, assumindo, realmente, outra direção. Com isso, somos capazes de lidar melhor com ela e, com outros olhos, enfrentar as dificuldades, as frustrações e as decepções do cotidiano. Não duvide nunca do amor que o Senhor tem por você; lembre-se de que “o amor de Deus por nós é como o mar: vemos o seu começo, mas não o seu fim.”



Seminário de Vida no Espirito
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Vida no Espírito.



“SE VIVEMOS PELO ESPÍRITO,

ANDEMOS DE ACORDO COM O ESPÍRITO”

(GL 5,25).



Este RHEMA de 2015 da RCC é simplesmente FABULOSO!


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Estamos entrando no foco da maturidade da RCC que será trabalhada.

Depois de tantas pessoas conquistadas por Deus através do movimento chegou a hora de crescer, alcançar a maturidade e estatura de Cristo.

Durante este ano estivemos trabalhando a unidade. Eu dizia que este é um RHEMA que, vivido, daria muitos frutos. É o que está acontecendo em muitos lugares por onde tive a graça de passar, outros lugares, porém,  não entenderam ainda a proposta do movimento em suas instâncias de discernimento.

Não entenderam que, trabalhando tais temáticas em nossos grupos de oração com o TESTEMUNHO, as pessoas são “seduzidas” por Deus e passam de uma vida sem Deus a uma experiência profunda de Deus e começam a viver a cultura de Pentecostes, sinalizando que Deus está passando por ali, por aquela vida.

A carta de São Paulo aos Gálatas nos fornece um grande roteiro de vivência da cultura de Pentecostes, desembocando numa vida de testemunho a partir de uma experiência de Jesus ressuscitado mediante o Batismo no Espírito Santo!

Nos capítulo 1 e 2 Paulo revela sua experiência de antes, durante e depois!

O que era antes: Gálatas 1, 11-14

O que ocorreu na experiência: Gálatas 1, 15-16

O que vem depois: o testemunho: Gálatas, 17 até 2, 14

Uma comunidade por onde Paulo ´passou 3 vezes, segundo os Atos dos Apóstolos – Cap. 13,13-14/16, 1-5 e 18, 23.

Sinal de que era uma comunidade necessitada demais de um pastoreio intenso, devido às inconstâncias (Gal. 3, 1-5).

Passando pela promessa no capítulo 3, que se cumpriu aos que crêem – v. 22 – somos instruídos a uma doutrina de liberdade espiritual, de saída da escravidão pecaminosa à liberdade de filhos de Deus chegando ao capítulo 5, onde essa liberdade é explicada e nos dá sinais de como é essa tal LIBERDADE ESPIRITUAL.

Tudo se resume no versículo 1: “Para ser livres, Cristo nos libertou: Mantede-vos, pois, firmes, e não vos deixeis prender de novo ao jugo da escravidão.” (tradução Bíblia O Peregrino)

Cristo nos libertou para sermos livres e como isso? Mantendo-nos firmes.


QUEM DE FATO CONTROLA AS SUAS AÇÕES E ATITUDES?

QUEM DE FATO CONTROLA AS SUAS AÇÕES E ATITUDES?


Portanto, o dever de firmeza, a atitude de firmeza vem de nós! Deus já fez a parte Dele, acendendo a chama do Espírito Santo mediante a experiência da efusão do Batismo no Espírito.

É o que o movimento trabalhou em 2012/2013! Experimentamos o fogo e ateamos fogo através da unidade! Que maravilha!!!!!

Chegou a hora de manter o fogo aceso de amadurecer na experiência deste fogo – que não é de palha, mas precisou da palha para pegar – e mantê-lo aceso, alimentando-o com os projetos do movimento, que aliás, nos oferece diversos direcionamentos nesse sentido e só não segue, só não vive quem não faz as formações ou quem as fez e não as coloca em prática!

Tive a graça deste ano ajudar na equipe de formação do ministério de formação da Região Episcopal Belém da Arquidiocese de São Paulo e percebi o quanto os grupo pagam um preço injusto quando não se estrutura com uma equipe bem formada e madura no movimento, que entende a proposta do movimento, que não enfia os pés pelas mãos dentro de um espiritualismo que não traduz a verdadeira vocação do movimento!


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E eu devo dizer algo:

“A RCC É MISSIONÁRIA POR NATUREZA!!!”

Nasceu nos EUA e em MOVIMENTO DO ESPÍRITO SANTO, chegou ao Brasil! Hoje já chega no mundo todo!!! Isso é ser missionário! Nasce num ponto específico e se multiplica por ação divina, apoiado e aprovado pela Igreja!

Portanto se fôssemos “filhos bastardos” da Igreja, não teríamos um escritório bem ao lado do Papa, no Vaticano!

O ICCRS – Serviços para a Renovação Carismática Católica Internacional – Está lá do lado de Papa Francisco para ser observado, pastoreado, mas acima disso, estar em unidade com a Igreja, pois não seríamos um movimento sem a Igreja!

Com esta possibilidade de manter a chama acesa – pois mantém acesa a chama quem quer – Deus, através da RCC nos dá uma diretriz:

“SE VIVEMOS PELO ESPÍRITO, ANDEMOS DE ACORDO COM O ESPÍRITO” (GL 5,25).

As palavras da RCC no portal da mesma para este RHEMA:

“Toda a temática será empenhada em incentivar nos carismáticos de todo o país a um verdadeiro retorno ao primeiro amor, quegere conversão, em vista de se alcançar uma maturidade eclesial e espiritual, que alcance cada Grupo de Oração do Brasil. Um importante fruto da ação do Espírito Santo é a comunhão fraterna. Nesse sentido a RCC BRASIL continuará refletindo e reconstruindo a unidade do Movimento. A moção também segue os direcionamentos do ICCRS (Serviços para a Renovação Carismática Católica Internacional) em preparação à grande celebração do Jubileu de Ouro da RCC, em 2017, conforme a segunda etapa do projeto.”

UM VERDADEIRO RETORNO AO PRIMEIRO AMOR: Irmãos, não concordo quando as pessoas me dizem que estamos perdendo fiéis. Mas penso  que, fiéis, são aqueles que permanecem, acreditam, CREEM! Um verdadeiro retorno ao primeiro amor se dá exatamente quando esse retorno não abre possibilidades de passos de recuo! Quando se apaixona realmente por Jesus Cristo e se tem uma experiência real de Jesus. Retornar ao primeiro amor é se deixar envolver de forma total! Sem reservas! Experimentar o sagrado com o devido valor que Ele tem! Tudo hoje, dentro e fora da Igreja, têm sido superficial, sem essência,  tudo acabou sendo relativizado, nada tem profundidade, desde a religiosidade até os relacionamentos… Tudo sem profundidade e, muitas vezes, sem verdade… Isso dói na alma das pessoas que sofrem isso, e de nós, os pregadores e servos de Deus.

GERE CONVERSÃO: Esta é, senão a mais importante, a mais urgente consciência do “para quê” a RCC veio. Tenho dito que muitos, dentro até da RCC, têm dado “trombadas” em Jesus e acham que O conhecem. Quando damos uma trombada em alguém, nem sempre conhecemos com quem damos tal trombada. Quando conhecemos, há até um diálogo, ainda que minúsculo, devido à correria diária, meio que à contragosto, mas há um “quase diálogo”. Mas quando não conhecemos, dependendo da qualidade do cidadão(ã), há um pedido de desculpas, talvez até uma conversa informal, mas geralmente, em 90% dos casos, damos uma olhada feia, quase engolindo a pessoa e vice versa… Fazemos o mesmo quando damos trombada em Jesus… até tentamos um diálogo informal, com uma espiritualidade light, sem radicalidade, sem essência, e, por isso, no primeiro obstáculo, na primeira prova, “estouramos” e paramos, ou voltamos atrás, esquecemos que DISSEMOS UM DIA QUE QUERÍAMOS VIVER A PALAVRA, mas deixamos escapar a chance de fazê-lo- uma vez… (Eclo 2, 1-6) Precisa gerar conversão toda a experiência com Jesus.

ALCANÇAR UMA MATURIDADE ECLESIAL E ESPIRITUAL: Isso é uma urgência! Papa Francisco, quando esteve no Brasil na JMJ, em seu primeiro discurso aos Bispos e Padres, disse que era preciso de uma conversão pastoral urgente!

Esta conversão pastoral, implica em fazer com amor e consciência do que e para quem se faz! Fazer com paixão, sabendo que é para Deus, o amor maior! Não é para homens, ainda que os favoreçam, mas é para a face de Deus impressa na imagem e semelhança desse Deus que nos criou! É preciso começar a experimentar para fazer e não fazer para experimentar como tem sido feito em vários lugares! É tanta reunião – que são realmente necessárias, mas que tragam solução e não mais confusão – que não se tem tempo para experimentar. É tanta anotação e compromisso de reunião pra lá e para cá que se perde até o sentido de se entrar numa Igreja para uma reunião e nem cumprimentar Jesus cumprimenta! Isso quando não se está numa reunião destas, e se fala de tudo, menos da solução do problema. Pelo contrário! Através de um problema a ser resolvido se criam mais uns dois ou três adjacentes, pois vira polêmica, vira combate oral, tribunal de acusações, lavagem de roupa suja… Quem é recém chegado nem quer saber de se comprometer com o serviço, pois percebem que o serviço, muitas vezes é um ringue espiritual onde se nocauteia o bom senso e a imagem do outro, com críticas que não se tornam ações solucionadoras de questões que, realmente precisam ser discutidas, mas com o bom senso e catolicidade que nos levaram até ali, naquele local e naquela reunião! Será que estou em outro planeta ao pensar e enxergar assim certas coisas no âmbito eclesial? A maturidade eclesial e espiritual nasce de uma chama acesa, que alguém acende, e esse alguém é o Espírito Santo que, depois de acender, nos faz crescer nesta chama, mantendo-a acesa com práticas, atitudes expressas de uma experiência que não foi ilusória, mas real! Nos traz profundidade do que experimentamos e não somente a periferia de uma suposta experiência!

QUE ALCANCE CADA GRUPO DE ORAÇÃO DO BRASIL: Tudo isso, precisa ser colocado em prática no GRUPO DE ORAÇÃO! Não tem acordo!

Verifico, irmãos, cada dia mais as pessoas darem a desculpa de “DEUS QUER QUALIDADE E NÃO QUANTIDADE”, e vejo grupos fecharem suas portas, vejo lideranças desesperadas para saber o que fazer para manter o grupo em pé, vejo servos com o rosto trazendo uma fisionomia de derrota, de fracasso, como se não tivessem mais ação para nada…E não têm mesmo. Essa força vem do alto! (CF. Atos 1, 8)

Se já houve a experiência, então sabemos onde se busca tal força e criatividade, mas acima de tudo, TESTEMUNHO! Tudo o que recebemos de Deus, precisa virar VIDA… Ação transformadora de Deus em nós, multiplicando-se nos outros através de nosso testemunho! Irmãos! Para alcançar os grupos de oração precisa levar a eles o que aprendemos nas formações, mas quem não faz formação não tem o que levar!!!



As apostilas do módulo básico são fantásticas em sua praticidade e só não se torna santo quem não quer! Exercer o que se recebe na formação no grupo onde se tem a raiz, é sinal de maturidade alcançada e desejo e amor pelas almas! Me incomoda ver grupos esvaziando… Me alegra ver grupos crescendo em qualidade e também em quantidade, pois onde tem qualidade, tem quantidade!!! É a lógica irmãos…

Se vivemos pelo Espírito, andemos de acordo com o Espírito!

Uma condicional para quem quer caminhar!

Uma condicional para quem quer amadurecer e manter a chama acesa e não para quem quer manter a chama “meia boca”! O Espírito não é meia boca! É inteiro!

Deus não sabe dar pouco. Só sabe dar tudo.

É uma lógica divina: Se temos e experimentamos a força e a potência deste Espírito Santo, então, se somos seduzidos e apaixonados por Ele, iremos querer andar em Sua presença, iremos querer depender Dele! Andemos DE ACORDO com este Espírito!

Atitudes do Espírito Santo agindo em nós!

Palavras do Espírito Santo agindo em nós!

Obediência gerada pelo Espírito Santo agindo nós!

Maturidade espiritual gerada pelo Espírito agindo em nós!

Tudo o que Deus faz, faz na nossa natureza, conta com nossa cooperação, pois sem nosso consentimento, sem nosso passo na direção de Deus, Deus não pode realizar muito na nossa natureza, já que Ele age nela…

Se VIVEMOS pelo Espírito, andemos de acordo, e não em desacordo com este Espírito…

Assim se encerra o discurso de como se testemunha. Com esta condicional que nos guiará neste 2015, onde várias promessas precisam se cumprir na vida dos que crêem! Quem não crê, nada vai observar e não adianta ficar insistindo com alguém quando já se tem uma opinião e posição formada sem uma abertura para a mudança.

Quem abraça um movimento, se move com ele dentro da Igreja, então sigamos a moção, pois os primeiros beneficiados seremos nós ao vivermos segundo e de acordo com o Espírito Santo…

Jesus, tu que és o batizador, batiza-nos de novo com este Espírito Santo, envolve-nos com este amor derramado em nossos corações!

Atualiza a graça da efusão do Espírito Santo em nós! Sopra de novo como fizeste aos apóstolos e nos ensine a não voltarmos atrás e nem cairmos em descrédito, mas investirmos nesta experiência do Cenáculo e não voltarmos atrás diante da graça recebida como aconteceu com os apóstolos e com os santos!

Queremos andar e viver segundo o Espírito Santo!

Bendita RCC! Sejamos Igreja! Façamos o movimento conforme o sinal da CABEÇA que é Cristo e Seu corpo místico age



conforme a cabeça e não sem Ela… o movimento é sinalizado pela cabeça que faz agir os membros…

Assim funciona o corpo.

Paz e fogo!

Seu Servo em Cristo: Antonio Lucio de Oliveira


Jesus

Repouso no Espírito e Renovação Carismática.



Na Renovação Carismática, encontram-se várias manifestações do poder do Espírito Santo, que de início espantaram grandemente, mas que são agora mais facilmente admitidas como autênticas; é assim com o dom das línguas, das curas, a Efusão do Espírito, a imposição das mãos.

Mas há um fenômeno sobrenatural menos conhecido, que se torna cada vez mais frequente na Renovação Carismática: é o repouso no Espírito. Depois de um estudo atento sobressai, sem equívoco possível, que esta experiência encontra o seu fundamento na teologia.



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Jesus Repousa tranquilamente enquanto os anjos o assistem.



Repousar no Espírito é

Descansar nos Braços do Pai.


 “Só em Deus repousa minha alma, só dele me vem a salvação.”

(Salmos 61,2)

“Por isso meu coração se alegra e minha alma exulta, até meu corpo descansará seguro,”

(Salmos 15,9)


Repouso No Espírito:

Renovação Carismática:



Com efeito, o repouso no Espírito reveste-se das características do arrebatamento (que é uma espécie de êxtase) salvo na sua causa imediata, que é o pedido feito a Deus, numa oração apropriada.

Convém lembrar que se encontra uma situação semelhante no Batismo do Espírito. Com efeito, este favor espiritual era normalmente concedido àqueles que faziam progressos notáveis na vida espiritual, enquanto que agora é recebido até pelos pecadores, por vezes de um modo instantâneo, na sequência de uma oração feita por outros para esse fim. É assim, também, para o repouso no Espírito. Outrora, apenas se encontrava (pelo menos na maior parte das vezes) nas pessoas avançadas na vida espiritual; pelo contrário, nos nossos dias, a oração ao Espírito Santo obtém-no até para os pecadores.

Como é um arrebatamento, o repouso no Espírito é da mesma família da ordem extática, mas não arrasta consigo a santificação da pessoa nalguns instantes. Esta experiência mística é destinada a favorecer uma vida cristã mais fervorosa ou uma conversão do coração.

Habitualmente, o arrebatamento verifica-se em pessoas avançadas na vida espiritual, ou, como dizia Santa Teresa d’Ávila, que atingiram as sextas moradas do castelo interior. Não se chega, portanto, de um pulo, ao período do êxtase ou do arrebatamento; em geral este é precedido de uma série de etapas de contemplação infusa, das quais a menos elevada é chamada por Santa Teresa d’Ávila “oração de contemplação”.


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Repouso no Espírito Repouso no Espírito Ordenação Sacerdotal

Lembremo-nos de que há três graus no êxtase:
1) O êxtase simples, quando este se produz lentamente, ou se não é muito forte;
2) O deslumbramento, quando o êxtase é súbito e violento;
3) O voo do espírito, quando, como diz Santa Teresa d’Ávila, “age de tal maneira que o espírito parece verdadeiramente sair do corpo”.

Ora, as características do deslumbramento encontram-se no repouso no Espírito, salvo, evidentemente, o grau avançado de vida espiritual. Com efeito, acontece que Deus concede uma tal experiência espiritual a pessoas de virtude vulgar, ou a principiantes na vida espiritual, a fim de os atrair a Si.

O repouso no Espírito resulta, mais frequentemente, da imposição das mãos, ou pelo menos de um toque da mão na cabeça, embora esse gesto não seja sempre necessário. A pessoa começa a vacilar, para finalmente cair devagarinho para trás. Esta queda é causada por uma graça tão poderosa do Espírito Santo que o corpo já não pode suportá-la e, então, as suas forças abandonam-no. Contudo, é preciso esclarecer que a queda não é obrigatória e não condiciona, necessariamente, a recepção da graça. Por outro lado, aqueles que não “caem” são afetados por uma vertigem não desagradável, tremuras ou pernas debilitadas, mas estas manifestações físicas são impregnadas de doçura e de paz. A sensação interior de repouso no Espírito parece existir também nas pessoas que não caem.


Jesus_Madalena Jesus_Madalena Aos Pés do Mestre

Repouso no Espírito e Missão Divina

O repouso no Espírito supõe uma nova efusão do Espírito Santo ou, mais precisamente, como se chama em teologia, uma nova missão deste Espírito Divino. Lembremos que as Missões Divinas, quer dizer, o envio das Pessoas do Filho e do Espírito Santo, podem ser visíveis ou invisíveis. Estas últimas constituem as principais modalidades da ação santificadora da Trindade Santa nas nossas almas.

Quanto ao repouso no Espírito, não é uma nova vinda da Pessoa do Espírito Santo, já recebida no Batismo; pelo contrário, consiste numa nova efusão das suas graças e das suas manifestações. Esta nova efusão do Espírito Santo realiza, então, uma renovação real da relação da pessoa com o Espírito Santo que já a habita e uma experiência de Deus mais íntima, que se abre num conhecimento amoroso mais ardente.

O repouso no Espírito é, portanto, o efeito de uma missão divina, porque comporta o progresso na vida espiritual e porque constitui um novo estado de graça santificante.


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MISSA CARISMÁTICA Missa Carismática MISSA CARISMÁTICA

Repouso e Batismo no Espírito

O repouso no Espírito resulta, portanto, de uma nova efusão do Espírito Santo, mas de um gênero diferente da que o Batismo no Espírito provoca. Com efeito, a experiência espiritual do repouso no Espírito parece realizar-se, sobretudo, ao nível da inteligência. Pelo contrário, o Batismo no Espírito verifica-se, em especial, ao nível da afetividade.

O repouso no Espírito desenvolve consideravelmente a acuidade intelectual, no sentido em que a atenção é mais levada para a experiência atual da intimidade divina. A consciência é amplificada, mas é desviada das realidades exteriores e é mais centrada na realidade sobrenatural. Por outro lado, os limites pessoais podem, também, tornarem-se mais manifestos. Há, portanto, um engrandecimento da lucidez interior sobre Deus e sobre si próprio.

O repouso no Espírito é um arrebatamento que interrompe o conhecimento que se pode adquirir por si próprio. O Espírito Santo não faz, portanto, um vazio na inteligência, mas suspende temporariamente a sua atividade, fixando-a em Deus. É isto que se chama, em teologia mística, a “ligação das faculdades”.

Tudo o que a alma conhece pelas suas próprias forças não é nada, em comparação com os conhecimentos abundantes e rápidos que lhe são comunicados durante os arrebatamentos. O repouso no Espírito é frequentemente acompanhado de luzes especiais e novas, que se dirigem para Deus, para o Cristo, para a sua misericórdia, para o valor da vida cristã, para os pecados, para os defeitos, os insucessos, etc. Estas luzes não acontecem sempre explicitamente durante o repouso no Espírito, mas a sua compreensão desenvolve-se ao longo das horas ou dos dias que se seguem à experiência.

Durante os arrebatamentos e, portanto, durante o repouso no Espírito, Deus revela segredos de ordem sobrenatural; habitualmente, sente-se que a inteligência cresce, que há um aumento das faculdades superiores. Acodem ao espírito ideias profundas, mas é impossível explicá-las com detalhe e com precisão. Isto advém do fato não de que a inteligência estivesse como que adormecida, mas de que foi elevada a verdades que ultrapassam a capacidade do espírito humano.

Enquanto a inteligência conhece uma dilatação prodigiosa, a atividade da imaginação está suspensa durante os períodos culminantes. Quanto mais a luz é forte, mais a alma se sente encandeada, cega. Por outro lado, se ficarmos somente pelas aparências, o repouso no Espírito pode apresentar algumas semelhanças com os estados parapsicológicos, como os estados hipnóticos, histéricos, mediúnicos, magnéticos, letárgicos, cataléticos… Contudo, a semelhança é apenas exterior; apresenta-se somente nos fenómenos corporais, que têm relativamente pouca importância no repouso no Espírito. Quanto à sugestibilidade, pode, por vezes, contribuir para provocar o repouso no Espírito; contudo, não se deve exagerar a sua importância. De qualquer maneira, é impossível que a sugestão, por si própria, possa provocar uma reação tão violenta e tão súbita como o repouso no Espírito.


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SVE I – Encontro de Jovens – Diocese Santo André.


Repouso no Espírito e incapacidade corporal

O repouso no Espírito traduz-se, habitualmente, por uma incapacidade corporal. A pessoa começa por vacilar, para finalmente cair suavemente para trás; a energia física desvanece-se. A pessoa está como que ofuscada pela intensidade da presença interior do Espírito Santo. Há, então, incapacidade de adaptar o psiquismo e os sentidos a uma experiência espiritual tão intensa.

Em termos técnicos, pode dizer-se que, no decurso do repouso no Espírito, só o “Pneuma” se liberta para se “aquecer” no seio do Pai, enquanto que a “psique” está como que ligada desde que se deu a “invasão” do corpo pelo Espírito Santo. Enquanto a pessoa “repousa” no chão, parece estar num meio-sono, banhada numa grande paz. Terá, por vezes, a impressão de estar como num outro mundo, ou ainda, como do lado de fora do seu corpo. Saboreia uma grande alegria interior, um amor de Deus muito intenso, a que se junta por vezes uma cura física ou interior, ou opera-se uma conversão profunda. O repouso no Espírito dá, frequentemente, forças novas ao corpo e ao espírito, tal como o sono natural regenera as forças corporais. O repouso no Espírito é uma inibição reparadora.

Quanto à duração, vai de alguns segundos até algumas horas. Quanto mais tempo dura, mais a influência divina é susceptível de ser profunda. A maior parte das pessoas deseja não ser incomodada, a fim de saborear esta presença invulgar de Deus.


Ordenação Sacerdotal Aos  pés de Jesus Ordenação Sacerdotal

Como recebê-lo

De uma maneira geral, pode dizer-se que uma pessoa que está habitualmente aberta às inspirações do Espírito Santo, esteja ou não avançada na vida espiritual, está mais disposta ao repouso no Espírito. Pode notar-se, contudo, uma diferença: é que a pessoa avançada continuará tranquila e sossegada, enquanto que a outra estará sujeita à emoção.

Se o repouso no Espírito não se produz, a pessoa poderá, até mesmo, ser santa e habituada à influência do Espírito. De qualquer maneira, é preciso evitar fazer um julgamento geral sobre as pessoas que recebem o repouso no Espírito e as que não recebem. Mas, em poucas palavras, pode dizer-se que apenas não se recebe o repouso no Espírito porque se resiste, recusando-o, ou então porque se está habituado à ação do Espírito em si próprio.

Por outro lado, o repouso no Espírito sobrevém, a maior parte das vezes, na oração. Pode tratar-se de um grupo de pessoas, mais ou menos considerável, reunido para uma oração comum, seja litúrgica, seja carismática; mas uma ocasião muito favorável é a celebração eucarística, especialmente depois da santa comunhão. Quanto mais a atmosfera está impregnada de oração, mais o repouso no Espírito se manifesta, por vezes mesmo sem as que as pessoas sejam tocadas por outras. A oração de louvor é uma causa particularmente eficaz do repouso no Espírito. Este repouso também se produz, muitas vezes, a seguir a um ministério de pregação, confinante a orações de cura. Convém assegurar um clima tranquilo na assembleia e evitar a exaltação da assistência e toda a procura de espetáculo.

Pe. O. Melançon, CSC 

Site Oficial da RCC – Brasil




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O Livro da Capa Preta

Power Point – PPT

A Sabedoria esatá acima da Inteligência – Post


Dom da Piedade.

MEDITAÇÃO SOBRE Os Dons do Espírito Santo.

O dom da piedade gera no coração humano a experiência existencial da nossa filiação divina. Por ele, somos introduzidos no relacionamento do filho de Deus, Jesus, com o Pai, na Trindade.

Com este dom, a pessoa começa a experimentar a intimidade e confiança de Jesus em relação ao Pai. É a forma de vivenciarmos plenamente o nosso batismo, a filiação divina, através da nossa incorporação em Cristo, como diz são Paulo: “somos filhos no filho”.

A vivência deste dom possibilita um relacionamento afetivo e efetivo com Deus, nosso Pai. Este relacionamento se expressa de forma especial na nossa oração e transborda para a nossa vida. A qualidade da nossa oração passa a ser mais simples e profunda como o relacionamento de uma criança que se sente amada por seu pai.

Outra consequência é a vivência fraterna, que passa de um mero conceito bonito, para uma realidade existencial; o amor aos irmãos torna-se, assim, fruto do nosso relacionamento com aquele que é o nosso Pai comum.

Uma grande santa da igreja tinha esse dom de uma forma muito perceptível: Santa Terezinha do Menino Jesus. Ela desenvolve uma espiritualidade que se chama infância , um caminho para permanecer como uma criança que vive na confiança absoluta de Deus que é Pai.

O caminho para que este dom, que recebemos no batismo, possa crescer em nós é: primeiro, a súplica do espírito santo; e o segundo, é o exercício da virtude da religião, isto é, de uma espiritualidade disciplinada, marcada pela oração, pela vivencia litúrgica e leitura orante da Palavra de Deus.

Destacaria, entre esses, o exercício diário da Lectio Divina, que é uma leitura orante da Palavra de Deus, que vai, aos poucos, nos introduzindo na dinâmica do relacionamento de Jesus com o Pai. Desta forma, vamos aprendendo que a oração é um dialogo de amor e intimidade que, quanto mais nos aproximamos e nos exercitamos, mais vai crescendo dentro de nos.

FOI DEUS http://presentepravoce.files.wordpress.com/2008/05/terco.jpg?w=130&h=120
http://mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/dons-do-espirito.jpg?w=130&h=120 Miguél Arcanjo

Dom da Fortaleza.

MEDITAÇÃO SOBRE Os Dons do Espírito Santo.

O dom da fortaleza é uma forma de partilhar daquela força que fez Jesus subir a Jerusalém e lá tomar sua cruz e dar sua vida por nós. Esta força é completamente despida de violência e cheia de ternura.

O dom da fortaleza une, em nós, duas virtudes que na natureza humana andam separadas: a virtude da força para realizar o que nos é proposto – que nos faz passar por cima de qualquer coisa para atingirmos nosso objetivo – e a virtude da doçura e bondade, que é aquela que nos faz ter atenção e cuidado com todos aqueles que convivemos. Na nossa experiência diária essas duas virtudes estão bem separadas. As pessoas fortes, decididas e empreendedoras tendem a ser pouco sensíveis em relação àqueles que estão no seu caminho, justamente para cumprir suas metas. E as pessoas amáveis e atenciosas com os outros tendem a ter mais dificuldade de usar a força no momento necessário e, consequentemente, têm dificuldades de atingir seus objetivos.

O dom da fortaleza nos unifica interiormente para que a força e a ternura operem com a intensidade que cada situação necessita. Desta forma, podemos realizar com precisão e eficácia a vontade de Deus na nossa vida.

Outra característica do dom da fortaleza é que ele nos possibilita passar pelos momentos difíceis e sofridos sem abatimento, ao contrário, com coragem e determinação; e mais ainda, sem guardar ressentimentos das pessoas e dos acontecimentos, e sim vendo nisso uma oportunidade de unir-se a Jesus na sua paixão. Tudo isso com paz no coração e ternura nas atitudes.

Um grande santo – São João da Cruz, místico e doutor da Igreja – tinha esse dom de forma admirável. Um homem de vida muito penitente e que sofreu grandes perseguições, inclusive ser preso e chicoteado injustamente semanalmente, sem, com isso, perder a paz e a doçura nas suas palavras e atitudes. Vejamos o que ele diz sobre a busca da fortaleza: “procure sempre inclinar-se não ao mais fácil, senão ao mais difícil. Não ao mais saboroso, senão ao mais insípido. Não ao mais agradável, senão ao mais desagradável. Não ao descanso, senão ao trabalho…abrace de coração essas práticas, procurando acostumar a vontade a elas. Porque, se de coração as exercitar, em pouco tempo achará nelas grande deleite e consolo, procedendo com ordem e descrição”.

Este mesmo santo nos revela outra característica do dom da fortaleza, quando diz: “uma alma apaixonada por Deus é suave, mansa, humilde e paciente”.

O dom da fortaleza deve ser pedido insistentemente na oração. E, aliado a este pedido, devemos exercitar a virtude da perseverança, para que a nossa natureza se disponha a receber este dom. Devemos ter perseverança nos nossos bons propósitos, na nossa vida de oração, no amor fraterno e na penitência. Este exercício deve ser desde as pequenas coisas, como por exemplo a leitura de um livro, até as grandes, como a perseverança num casamento. O fundamental é nunca deixar algo pela metade. Mesmo com sacrifícios, devemos levar a bom termo tudo que iniciamos, sem jamais desistir.

A virtude da perseverança nos preserva de atitudes infantis, que são, fundamentalmente, fazer só o que gostamos, para, assim, como pessoas maduras, nos exercitarmos em fazer aquilo que é preciso e o que é melhor para nós e para os outros.

FOI DEUS http://presentepravoce.files.wordpress.com/2008/05/terco.jpg?w=130&h=120
http://mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/dons-do-espirito.jpg?w=130&h=120 Miguél Arcanjo

O Dom da Sabedoria.

MEDITAÇÃO SOBRE Os Dons do Espírito Santo.

“Eu e o Pai somos um”

O dom da sabedoria é o dom contemplativo por excelência, e nos concede experimentar o sabor da comunhão com Deus. A raiz latina da palavra sabedoria nos revela que este dom nos possibilita ter uma forma de conhecimento saboroso do mistério de Deus. Como diz o salmista: “provai e vede como o Senhor é bom”.

Jesus, aquele que é o messias e no qual o Espírito Santo repousa, viveu este dom de forma plena, como vemos na oração sacerdotal, do evangelho de João: “tudo que é meu é teu, e tudo o que é teu é meu” (Jo 17, 10). Isso revela a unidade profunda existente entre Jesus e o Pai.

Jesus, através do seu nascimento, morte e ressurreição, no introduz nessa comunhão de amor que é a Trindade. O dom da sabedoria é a vivência mais plena desta comunhão. Vejamos ainda o que Jesus diz, na oração sacerdotal, sobre nossa comunhão com Deus através dele: “Que todos sejam um, como tu, Pai, estás em mim, e eu em ti. Que eles estejam em nós, a fim de que o mundo creia que tu me enviaste. Eu lhes dei a glória que tu me deste, para que eles sejam um, como nós somos um: eu neles, e tu em mim, para que sejam perfeitamente unidos, e o mundo conheça que tu me enviaste e os amaste como amaste a mim.” (Jo 17, 21-23).

O dom da sabedoria nos introduz no relacionamento místico e contemplativo com Deus naquilo que Ele é em si mesmo. O dom do entendimento nos revela como Deus age, nos introduzindo na “lógica” de Deus e de suas ações. O dom da ciência nos revela a relação entre as criaturas e Deus e, assim, nos mostra o valor de todas as coisas perante Ele.

Assim, o dom da sabedoria nos revela o mistério de Deus na comunhão de amor do Pai, do Filho e do Espírito Santo e o que é próprio de cada Pessoa na relação da Santíssima Trindade. Por isso, ele é o maior de todos os dons.

Aqueles que vivenciam este dom já experimentam na terra algo que é próprio dos bem-aventurados no céu. É por esse motivo que o nome deste dom é sabedoria: porque ele nos concede uma forma de conhecimento saboroso de Deus, que é próprio daqueles que já vivem a felicidade no céu.

Para todos os dons do Espírito Santo temos colocado um santo como referência. Neste dom, que é o mais excelente de todos, a referência é a Virgem Maria, que foi plenamente envolvida pelo mistério maior de Deus que é a Santíssima Trindade. Ela é a filha amada e escolhida do Pai, a mãe do Filho de Deus, e a esposa do Espírito Santo.

A Virgem Maria teve no seu ventre a Sabedoria encarnada: o próprio Jesus. Ela o acompanhou e conheceu de uma forma que nenhuma outra criatura, nem do céu e nem da terra, pode conhecer. Por isso ela é a “Sede da sabedoria”.

Para receber este dom, que é o mais sublime, precisamos pedir com insistência ao Espírito Santo, pela intercessão da Virgem Maria. E o exercício que devemos fazer para nos disponibilizar para receber este dom é a vivência dos outros seis dons do Espírito Santo:

Os que nos introduzem na vida cristã de forma mais plena: o dom do temor de Deus e o dom de piedade;

Os dons ligados à vida ativa: dons de conselho e fortaleza;

Os dons da vida contemplativa: ciência, entendimento e sabedoria.

FOI DEUS http://presentepravoce.files.wordpress.com/2008/05/terco.jpg?w=130&h=120
http://mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/dons-do-espirito.jpg?w=130&h=120 Miguél Arcanjo

Dom de Ciência.

MEDITAÇÃO SOBRE Os Dons do Espírito Santo.

O dom de ciência é uma forma de participar, através da ação do Espírito Santo, do conhecimento das criaturas, das coisas e de sua relação com o criador. Esta é uma forma de conhecimento amoroso, dado pelo Espírito Santo.

O dom de ciência nos possibilita ter um relacionamento com as criaturas e com as coisas com absoluta liberdade e ordem, reconhecendo a relação íntima de todas as coisas com Deus e, consequentemente, sua utilidade.

Este dom nos faz perceber a obra de Deus na criação, gerando um louvor profundo e intenso por cada criatura. Desenvolve em nós o cuidado com a criação, nos ajudando a reconhecer a diferença fundamental entre o ser humano – centro de toda criação – do restante da criação de Deus.

Através desse dom, o Espírito Santo nos faz avaliar o valor de cada coisa a partir da utilidade real para o ser humano, retirando toda supervalorização e apego aos bens materiais, gerando, assim, uma profunda liberdade e gratuidade na forma de lidar com os mesmos.

Um grande santo Italiano, São Francisco de Assis, tinha esse dom de forma muito especial. Ele era completamente desapegado dos bens materiais. Tinha um profundo amor pelas criaturas por elas terem sido criadas por Deus e expressarem Seu  grande amor por nós. Abaixo o cântico das criaturas de São Francisco:

Altíssimo, onipotente, bom Senhor,

teus são o louvor, a glória e a honra e toda bênção.

A ti somente, Altíssimo, são devidos

e homem algum é digno de te mencionar

Altíssimo, onipotente, bom Senhor,

teus são o louvor, a glória e a honra e toda bênção.

A ti somente, Altíssimo, são devidos

e homem algum é digno de te mencionar.

Louvado sejas, meu Senhor, com todas as tuas criaturas,

especialmente meu senhor o irmão sol

que, com luz, ilumina o dia e a nós.

E ele é belo e radiante com grande esplendor:

de ti, Altíssimo, carrega significação.

Louvado sejas, meu Senhor, pela irmã luz e as estrelas,

no céu as formaste claras e preciosas e belas.

Louvado sejas, meu Senhor, pelo irmão vento

e pelo ar e nublado e sereno e todo o tempo

pelo qual dás sustento às tuas criaturas.

Louvado sejas, meu Senhor, pela irmã água

que é muito útil e humilde e preciosa e casta.

Louvado sejas, meu Senhor, pelo irmão fogo

pelo qual iluminas a noite e ele é belo e jucundo e robusto e forte.

Louvado sejas, meu Senhor, pela irmã nossa mãe terra

que nos sustenta e governa e produz diversos frutos

com coloridas flores e ervas.

Louvado sejas, meu Senhor, por aqueles

que perdoam por teu amor

e suportam enfermidades e tribulações.

Bem-aventurados aqueles que sustentam a paz porque por ti, Altíssimo, serão coroados.

Louvado sejas, meu Senhor, pela irmã nossa morte corporal

da qual nenhum homem vivente pode escapar.

Infelizes aqueles que morrem em pecado mortal;

bem-aventurados aqueles

que se encontram em tua santíssima vontade

porque a morte segunda não lhes fará mal.

Louvai e bendizei a meu Senhor

e agradecei e servi-o com grande humildade

O dom de ciência deve ser pedido, na oração, ao Espírito Santo. Juntamente com isto, devemos exercitar a virtude do desapego dos bens materiais e procurar não ter como  nossa propriedade algo que não nos é útil, resistindo à tentação do consumismo e da valorização excessiva de algum bem material.

Nossa atitude interior deve ser de louvor a Deus, especialmente pela criação: pela água que usamos, pelo ar que respiramos, pela comida que comemos. Devemos cultivar o hábito de dar graças nos momentos das refeições. Desta forma, estamos reconhecendo a profunda verdade de que tudo vem de Deus!

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