Bento XVI recomenda a leitura diária da Bíblia.


“Ignorar a Escritura é ignorar Cristo”.



A Palavra de Deus é viva e eficaz

e produz o seu efeito quando vivida.


“Ignorar a Escritura é ignorar Cristo”.

Com esta frase de São Jerônimo, o Santo Padre aconselhou, recentemente, a todos os fiéis ler um trecho da Bíblia todos os dias.

Bento XVI pediu a todos os fiéis que leiam a Bíblia todos os dias.

No seu discurso, o Pontífice apresentou ao público os ensinamentos de São Jerônimo (347-419/420), um dos maiores estudiosos da Bíblia de todos os tempos.

Aproximar-se dos textos bíblicos, principalmente do Novo Testamento, é essencial para o fiel, pois “ignorar a Escritura é ignorar Cristo”, explicou o Papa citando uma frase célebre de São Jerônimo.

«Enamorado» da palavra de Deus, Jerônimo perguntava-se: «Como é possível viver sem o conhecimento das Escrituras, pelas quais se aprende a conhecer o próprio Cristo, que é a vida dos fiéis?», lembrou o Papa.

A Bíblia, instrumento «pelo qual Deus fala aos fiéis em cada dia, converte-se deste modo em estímulo e manancial da vida cristã para todas as situações e para todas as pessoas».



«Ler a Escritura é conversar com Deus», explicou: «Se rezas – escreve São Jerônimo a uma jovem nobre de Roma – falas com o Esposo; se lês, é Ele quem te fala».

O Pontífice recordou ao público que, para Jerônimo, “um critério metodológico fundamental na interpretação das Escrituras era a sintonia com o magistério da Igreja”.

«Nunca podemos ler a Escritura por nós mesmos. Encontramos demasiadas portas fechadas e caímos em erros. A Bíblia foi escrita pelo Povo de Deus e para o Povo de Deus, sob a inspiração do Espírito Santo», explicou Bento XVI.

Opus Dei –07 de dezembro de 2007


São Jerônimo é o ícone desse amor profundo á Escritura. Enamorado da palavra de Deus, Jerônimo perguntava-se: “Como é possível viver sem o conhecimento das Escrituras, pelas quais se aprende a conhecer o próprio Cristo, que é a vida dos fiéis?”            Leia Mais =>




O ESPÍRITO SANTO NOS RENOVA PELO BATISMO.


O Pai Envia seu espírito sobre Nós.


O ESPÍRITO SANTO, que é Deus juntamente com o Pai e o Filho, nos renova pelo batismo; e do nosso estado de imperfeição, reintegra-nos na beleza primitiva. Torna-nos de tal forma repletos de sua graça, que não podemos admitir em nós qualquer coisa que não deva ser desejada. Além disso, liberta-nos do pecado e da morte. E de terrenos que somos, quer dizer, feitos do pó da terra, nos faz espirituais, participantes da glória divina, filhos e herdeiros de Deus Pai. Faz-nos ainda conformes à imagem do Filho, seus co-herdeiros e irmãos, destinados a ser um dia glorificados e a reinar com ele. Em vez da terra, dá-nos de novo o céu, abre-nos generosamente as portas do paraíso, honra-nos mais do que os próprios anjos. E com as águas divinas do batismo, apaga as imensas e inextinguíveis chamas do inferno.

Os homens são concebidos duas vezes: uma corporalmente, a outra, pelo divino Espírito. Acerca de um e de outro nascimento, escreveram muito bem os autores sagrados. Citarei o nome e a doutrina de cada um. João diz: A todos que o receberam, deu-lhes a capacidade de se tornarem filhos de Deus, isto é, aos que acreditam em seu nome, pois estes não nasceram do sangue nem da vontade da carne nem da vontade do homem, mas de Deus mesmo (Jo 1,12-13). Todos os que acreditaram em Cristo, afirma ele, receberam a capacidade de se tornarem filhos de Deus, quer dizer, do Espírito Santo, e participantes da natureza divina.

E para ficar bem claro que o Deus que gera é o Espírito Santo, acrescenta estas palavras de Cristo: Em verdade, em verdade, te digo, se alguém não nasce da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus (Jo 3,5). A fonte batismal dá à luz de maneira visível nosso corpo visível, pelo ministério dos sacerdotes; mas o Espírito de Deus, invisível a todas as inteligências, é que batiza e regenera simultaneamente o corpo e a alma, pelo ministério dos anjos.

João Batista, historicamente e de acordo com esta expressão: da água e do Espírito, diz a respeito de Cristo: Ele vos batizará no Espírito Santo e no fogo (Mt 3,11; Lc 3,16). Como um vaso de barro, o homem precisa primeiro ser purificado pela água; em seguida, fortalecido e aperfeiçoado pelo fogo espiritual (Deus, com efeito, é um fogo devorador). Precisamos, portanto, do Espírito Santo para nossa perfeição e renovação. Pois o fogo espiritual sabe também regar, e a água batismal é também capaz de queimar como o fogo.
Fonte: Do Tratado sobre a Trindade, de Dídimo de Alexandria

Semeando a cultura de Pentecostes