Domingo de Ramos.




Quantas lições nos deixam essa festa litúrgica!


Domingo_de_Ramos



A Semana Santa começa no Domingo de Ramos, porque celebra a entrada de Jesus em Jerusalém montado em um jumentinho – o símbolo da humildade – e aclamado pelo povo simples, que O aplaudia como “Aquele que vem em nome do Senhor”. Esse povo tinha visto Jesus ressuscitar Lázaro de Betânia havia poucos dias e estava maravilhado. Ele tinha a certeza de que este era o Messias anunciado pelos profetas; mas esse mesmo povo tinha se enganado no tipo de Messias que Cristo era. Pensavam que fosse um Messias político, libertador social que fosse arrancar Israel das garras de Roma e devolver-lhe o apogeu dos tempos de Salomão.
Para deixar claro a este povo que Ele não era um Messias temporal e político, um libertador efêmero, mas o grande Libertador do pecado, a raiz de todos os males, então, o Senhor entra na grande cidade, a Jerusalém dos patriarcas e dos reis sagrados, montado em um jumentinho; expressão da pequenez terrena. Ele não é um Rei deste mundo! Dessa forma, o Domingo de Ramos dá o início à Semana Santa, que mistura os gritos de hosanas com os clamores da Paixão de Cristo. O povo acolheu Jesus abanando seus ramos de oliveiras e palmeiras.
Esses ramos significam a vitória: “Hosana ao Filho de Davi: bendito seja o que vem em nome do Senhor, o Rei de Israel; hosana nas alturas”. Os ramos santos nos fazem lembrar que somos batizados, filhos de Deus, membros de Cristo, participantes da Igreja, defensores da fé católica, especialmente nestes tempos difíceis em que esta é desvalorizada e espezinhada. Os ramos sagrados que levamos para nossas casas, após a Missa, lembram-nos de que estamos unidos a Cristo na mesma luta pela salvação do mundo, a luta árdua contra o pecado, um caminho em direção ao Calvário, mas que chegará à Ressurreição para a vida eterna.


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Encenação na Paróquia Sagrada Família em Goiânia – 2014.


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O Mestre nos ensina com fatos e exemplos que o Seu Reino, de fato, não é deste mundo. Que ele não veio para derrubar César e Pilatos, mas para derrubar um inimigo muito pior e invisível, o pecado. E para isso é preciso se imolar; aceitar a Paixão, passar pela Morte para destruir a morte; perder a Vida para ganhá-la.

A muitos o Senhor decepcionou; pensavam que Ele fosse escorraçar Pilatos e reimplantar o reinado de Davi e Salomão em Israel; mas Ele vem montado em um jumentinho frágil e pobre. “Que Messias é este? Que libertador é este? É um farsante! É um enganador, merece a cruz por nos ter iludido”, pensaram. Talvez Judas tenha sido o grande decepcionado.
O Domingo de Ramos ensina-nos que a luta de Cristo e da Igreja, e consequentemente a nossa também, é a luta contra o pecado, a desobediência à Lei sagrada de Deus que hoje é calcada aos pés até mesmo por muitos cristãos que preferem viver um cristianismo “light”, adaptado aos seus gostos e interesses e segundo as suas conveniências. Impera como disse Bento XVI, a ditadura do relativismo.

O Domingo de Ramos nos ensina que seguir o Cristo é renunciar a nós mesmos, morrer na terra como o grão de trigo para poder dar fruto, enfrentar os dissabores e ofensas por causa do Evangelho do Senhor. Estar disposto a carregar a cruz com aquele que a levou até o Calvário sem abandoná-la. Estar disposta a defender o Cristo e a Igreja com novo ardor, e com novo ânimo, especialmente hoje em eles são tão aviltados em todo mundo.

Prof. Felipe Aquino

Felipe Aquino

Prof. Felipe Aquino, casado, 5 filhos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de aprofundamentos no país e no exterior, escreveu mais de 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: “Escola da Fé” e “Trocando Idéias”. Saiba mais em Blog do Professor Felipe Site do autor: www.cleofas.com.br



Semana Santa Jesus

DOMINGO DE RAMOS


Epifania do Senhor Jesus.


DIADEREIS[1]


Os Três Reis Magos


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Dia dos Reis Magos


Segundo a tradição, os Reis Magos eram três: Gaspar, cujo nome significa “Aquele que vai inspecionar”; Melquior, que quer dizer; “Meu Rei é Luz”; e Baltazar, que se traduz por “Deus manifesta o Rei”. Tudo indica que os Magos eram sábios procedentes da Babilônia. A referência “a visita dos Magos” encontra-se assim descrita em Mateus:

“Tendo Jesus nascido em Belém da Judeia, no tempo do rei Herodes, eis que vieram magos do Oriente a Jerusalém, perguntando: “Onde está o Rei dos judeus recém-nascido? Com efeito, vimos a sua estrela no céu surgir e viemos homenageá-lo”. (Mt 2,1-3ss.; cf. Lc 2,1-7).”

A intenção do evangelista é mostrar que os pagãos, os gentios, os povos que viviam além das fronteiras de Israel, reconhecem Jesus como Rei-Messias. Ao passo que o povo judeu rejeita o Salvador nascido em seu seio.

Outro incenso e mirra simbolizam as riquezas e os perfumes da Arábia, oferecidos como tributo ao Rei dos Reis, Jesus. Os Padres da Igreja vêem no outro o símbolo da realeza de Jesus; no incenso, a sua divindade; e na mirra, a paixão de Cristo.

Na adoração dos Magos cumprem-se as profecias messiânicas: Eu vejo – mas não agora, eu contemplo – mas não de perto: um astro procedente de Jacó se torna chefe, um cetro se levanta, procedente de Israel. (Ns 24, 17ss.; cf. também Isaías 49,23; 60, 5s.; Salmo 72, 10-15).


Dos Reyes Magos por Mr.Frankie.

A origem da Comemoração do Dia de Reis leva-os há muito tempo atrás. Segundo a primitiva liturgia, no dia 6 de Janeiro celebrava-se a comemoração do Natal, da Epifania ou manifestação de Deus, o Baptismo de Jesus e o milagre das Bodas de Canaã. Só a partir do séc. V é que a adoração dos Reis Magos começou a ser celebrada no Ocidente. Foi também nessa altura que se decidiu separar a Epifania do Natal, que passou para o dia 25 de Dezembro.

No início, os Reis Magos eram representados quase sempre por dois, quatro ou seis personagens e unicamente como magos. O número três só ficou estabelecido a partir do séc. IV. Os nomes pelos quais hoje são conhecidos surgiram apenas um século depois e até o século VI não se encontram registos do título de reis. No séc. XVI foi introduzido o traço racial, aparecendo pela primeira vez um Baltazar preto. Os três reis foram identificados como Sem, Cam e Jafé, os três filhos de Noé, que segundo o Antigo Testamento, representavam as três raças que povoavam o mundo. Desta forma, Melchior, o ancião de cabelos brancos, simboliza os herdeiros de Jafé, os europeus que oferecem ao Menino Jesus um presente de ouro que testemunha sua realeza. O louro e jovem Gaspar representa os semitas da Ásia, cujo bem mais apreciado é o incenso, símbolo da sua divindade, e Baltazar, negro e com barba, identifica-se com os filhos de Cam, os africanos, que entregam a mirra, em alusão à paixão e ressurreição.



A Bíblia relata como uma estrela guiou os três Reis Magos desde o Oriente e indicou o lugar onde se encontrava o Menino Jesus ao deter-se sobre o presépio. Muitas são as teorias que tentam explicar este milagre. Entre elas, está a de que se tratava do brilhante planeta Vénus, da passagem dos cometas Halley ou Hale-Bopp, de uma supernova, uma ocultação da Lua… Uma das hipóteses mais aceites foi a proposta por Johannes Kleper em 1606. Segundo este astrônomo, tratar-se-ia de uma rara tripla conjugação da Terra com os planetas Júpiter e Saturno, passando o Sol nesse momento por Peixes. Esta conjugação apresenta-se aos olhos do observador terrestre como uma só estrela muito brilhante. Outra hipótese mais recente é a de que se tratava de uma nova estrela brilhante observada próxima da estrela Theta Aquilae. A estrela de Belém é relembrada situando-a tanto na representação do presépio como na ponta da árvore de Natal.


PRESENTEPRAVOCE http://presentepravoce.files.wordpress.com/2008/12/sag-fam-lk.jpg?w=130&h=120&h=120

EPIFANIA



Jesus Jesus

A Santíssima Trindade.


Celebração do Domingo da Santíssima Trindade


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Conta-se que Santo Agostinho andava certo dia a passear na praia a meditar sobre este mistério da Santíssima Trindade: um Deus em três pessoas distintas… Enquanto caminhava, observou um menino que carregava um pequeníssimo balde com água. A criança ia até o mar, trazia a água e deitava-a dentro de um pequeno buraco que havia feito. Após ver repetidas vezes o menino fazer a mesma coisa, resolveu interrogá-lo sobre o que pretendia. O menino, olhando-o, respondeu com simplicidade: -“quero colocar a água do mar neste buraco”. Santo Agostinho sorriu e respondeu-lhe: -“mas tu não percebes que isso é impossível mesmo que trabalhes toda a vida? O mar é infinitamente grande. Jamais o irás conseguir colocar aí todo dentro desse pequeno buraco…”.

Então, novamente olhando para Santo Agostinho, o menino respondeu-lhe: “ora, é mais fácil a água do mar caber nesse pequeno buraco do que o mistério da Santíssima Trindade ser entendido por um homem!”. É mais fácil colocar toda a água do mar aqui dentro deste buraco que o homem conseguir entender o mistério da Santíssima Trindade. O homem é infinitamente pequeno e Deus é infinitamente grande!

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Há 15 dias atrás celebramos a festa da glorificação do Filho (a 2ª Pessoa) – Ascensão de Jesus ao Céu;

Há 08 dias celebramos a festa da descida do Espírito Santo (a festa da 3ª Pessoa) – Pentecostes;

E hoje celebramos o Domingo da Santíssima Trindade – Queremos hoje contemplar a Deus como uno na diversidade de três pessoas. – O Pai, o Filho e o Espírito Santo.

Esta festa não é essencialmente um convite a decifrar ou interpretar o “mistério” que se esconde por detrás de “um Deus em três pessoas”, mas deverá ser uma oportunidade para contemplar o nosso Deus, que é amor, que é família, que é comunidade e que criou os homens para os fazer comungar nesse mistério de amor que é ELE próprio.
Não é fácil falar de Deus… pela grandeza que Ele tem e pela nossa pequenez! Deus permanecerá sempre como mistério impossível para nós de abarcar, interpretar na totalidade!

Jamais poderemos interpretar toda a densidade e profundidade deste mistério que é Deus uno e trino; no entanto, podemos e deveremos, procurar crescer no seu conhecimento. Só conheceremos e entenderemos Deus na medida em que pessoalmente o quisermos levar para o nosso dia a dia.

Para termos acesso a essa intimidade com Deus temos como auxílio especial a Sagrada Escritura que nos revela quem é Deus em Jesus Cristo, hoje presente no Espírito Santo.

Celebrar a Santíssima Trindade é muito mais que querer entender um Deus uno que vive e se manifesta em três pessoas. Celebrar a Santíssima Trindade é querer descobrir que o nosso Deus é uma comunhão de amor.

Permiti-me que partilhe uma das histórias de Santo Agostinho.
Conta-se que Santo Agostinho andava certo dia a passear na praia a meditar sobre este mistério da Santíssima Trindade: um Deus em três pessoas distintas… Enquanto caminhava, observou um menino que carregava um pequeníssimo balde com água. A criança ia até o mar, trazia a água e deitava-a dentro de um pequeno buraco que havia feito. Após ver repetidas vezes o menino fazer a mesma coisa, resolveu interrogá-lo sobre o que pretendia. O menino, olhando-o, respondeu com simplicidade: -“quero colocar a água do mar neste buraco”. Santo Agostinho sorriu e respondeu-lhe: -“mas tu não percebes que isso é impossível mesmo que trabalhes toda a vida? O mar é infinitamente grande. Jamais o irás conseguir colocar aí todo dentro desse pequeno buraco…”.

Então, novamente olhando para Santo Agostinho, o menino respondeu-lhe: “ora, é mais fácil a água do mar caber nesse pequeno buraco do que o mistério da Santíssima Trindade ser entendido por um homem!”. É mais fácil colocar toda a água do mar aqui dentro deste buraco que o homem conseguir entender o mistério da Santíssima Trindade. O homem é infinitamente pequeno e Deus é infinitamente grande!

È uma “históriazinha” cheia de verdade. Só poderíamos compreender perfeitamente a Santíssima Trindade se nós próprios fossemos ‘deuses’.

Queremos ser “deuses” e queremos limitar Deus às nossas capacidades intelectuais. Queremos que ele “caiba” dentro da nossa capacidade de raciocínio… IMPOSSIVEL! Deus é infinitamente maior.

Podemos, contudo, por meio da razão iluminada pela fé, chegar a um conhecimento ainda que limitado.

O conhecimento que podemos ter terá de ser feito tendo por base comparações, que são sempre, por natureza imensamente limitadas e às vezes até infelizes.

A Santíssima Trindade é como o fogo que queima, que ilumina e que aquece, sendo apenas fogo. É sempre apenas uma coisa – fogo – mas manifesta-se de diversas formas… assim Deus também… é sempre Deus – mas manifesta-se como Pai Criador, como Filho Redentor/Salvador, como Espírito Santo, auxiliador!

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A Santíssima Trindade é superior à capacidade humana de entendimento, mas não contraria a razão. Dizer que existe “um Deus em três pessoas” faz sentido… já dizer que “há um Deus em três

deuses!” não faz sentido e contraria a razão humana.

Deus revela-se na Trindade como um mistério de amor e porque vive numa comunhão de amor quer amar-nos sempre e quer introduzir-nos na sua família.

Em nós está o Pai, que nos chamou do nada, que insuflou o seu sopro de vida e nos chama a realizar a nossa vocação pessoal de Filhos de Deus.

Em nós está o Filho, que entregou a sua vida por nós.

Em nós está o Espírito Santo que constantemente nos ilumina e nos chama a caminhar ao encontro do Deus amor.

Nós fazemos parte da Santíssima Trindade – podemos de alguma forma dizer que nós somos a 4ª pessoa da Trindade Divina.“PELO MENOS É A PROPOSTA QUE JESUS NOS FAZ em São João Cap. 17”, Deus vive em comunhão de amor para nos convidar a amar! Se vivermos para amar fazemos parte da família de Deus – vivemos em Deus.

Adoremos – a Santíssima Trindade e o amor infinito que esta tem por cada um de nós.

Amemos – a Trindade que primeiro nos amou e constantemente permanece em nós.

Imitemos – a Trindade e vivamos para amar e em comunhão com todos.

Sejamos reflexos da Trindade, isto é, sejamos sinais de comunhão, de partilha, de esperança para este mundo tão dividido, individualista e sem esperança.


Jesus é Misericordioso



(:
wow…obi
agree
gold.
Aweesome~ *anga hulhuvifa! oO! dheloves!
love the green

Washed and buried por azleem.

Feira da Solidariedade.

Neste Natal de 2010 a Diocese de Anápolis conjuntamente com o Sebrae e a Prefeitura Municipal promovem a Segunda Feira da Solidariedade.


A promoção da Feira da Solidariedade no ambiente de um shopping é mais que uma simples coincidência. Segundo dom João Wilk, num espaço onde as pessoas comparecem fascinadas sob o apelo consumista, é importante receberem uma mensagem de solidariedade e partilha, voltados ao espírito cristão. A direção do Anashopping prontamente abriu suas portas à parceria com a Fundação São Miguel Arcanjo e a Diocese de Anápolis, promotoras da feira, impulsionada por seu compromisso com os fatores da responsabilidade social.

O que é a Feira da Solidariedade?

A Feira da Solidariedade, lançada em 2009, é realizada pela Fundação São Miguel Arcanjo, da Diocese de Anápolis.

Os objetivos principais são: promover a valorização humana, a construção de uma sociedade mais ética e solidária, correção das injustiças sociais, aflorar a sensibilidade das pessoas no período natalino e dar visibilidade aos projetos sociais desenvolvidos por instituições de caridade e outros segmentos da sociedade.

O espírito da Feira da Solidariedade é eminentemente social e de promoção dos valores cristãos e humanos, sem quaisquer fins lucrativos e voltados para os interesses sociais.

Além de expor os produtos confeccionados pelas entidades sociais de Anápolis, a Feira da Solidariedade proporciona apresentações artísticas (especialmente a música), eventos culturais e o intercâmbio fraterno entre as pessoas.

O verdadeiro Espírito

Solidário do Natal

EXPOSIÇÕES DE PRODUTOS DAS

ENTIDADES SOCIAIS DE ANÁPOLIS

APRESENTAÇÕES ARTÍSTICAS E CULTURAIS,

EXIBIÇÕES MUSICAIS AO VIVO

PARTICIPAÇÃO DE REPRESENTANTES DE

TODAS AS PARÓQUIAS DA DIOCESE

Expositores:

Casa de Acolhimento Bethânia

NACRI – Centro Comunitário Aliança (B.N.Paraíso)

Paróquia Nossa Senhora da Penha

Fundação Frei João Batista Vogel

Comunidade Católica ‘Rainha do Silêncio’

Comunidade das Irmãs da Santa Cruz

Pastoral da Criança

Cruzada pela Dignidade

Sociedade São Vicente de Paulo

APAE – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais

Secretaria Municipal de Cultura / Casa do Artesanato

Comunidade Católica Nova Aliança

Faculdade Católica de Anápolis

Tecelagem Aldeia da Paz

Centro Pastoral Saõ Filippo Smaldone

Artistas Plásticos (Sílvio e Ênia)

Diocese de Anápolis – Catedral do Bom Jesus

Instituto Pequeno Abandonado Luz de Jesus

Associação Missionária ‘Maria Mãe de Deus’

Santuario e Escola Paroquial Santo Antônio

Paróquia Nossa Senhora da Penha – “Segue-me” Corumbá

Livraria Dom Bosco

Zu Ateliê

Rose Bueno – Pinturas Barrocas

Paróquia Nossa Senhora Aparecida (Goianápolis)

ABEGEL – Associação Beneficente Jesus Libertador

Paróquia Imaculado Coração de Maria

São Judas Tadeu (Jaranápolis)

Paróquia Nossa Senhora do Rosário (Pirenópolis)

Paróquia Santa Maria Eterna (Petrolina)

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PREFEITURAS

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ANÁPOLIS – PIRENÓPOLIS

CORUMBÁ – GOIANÁPOLIS

JARAGUÁ – NOVA VENEZA

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PROGRAMAÇÃO:

Dia 09 de dezembro (Quinta-feira)

16h – Cerimônia de Abertura – Bispo Diocesano, Prefeito, outras autoridades e convidados – Imprensa

16h30 – Coral “Nossa Senhora da Penha” de Jaraguá.

18h –Coral Italiano de Nova Veneza

19h – Santuário Santo Antônio – Marco Aerêlio Produções Musicais.

20h – Ensaio Filosófico (Faculdade Católica)

20h30 – Banda Lira de Prata (Sec. Cultura de Anápolis)

Dia 10 de dezembro (sexta-feira)

13h – Abertura

16h – Coisas de Goiás – Apresentação – APAE

17h Santuário Santo Antônio – Escola Paroquial Santo Antônio.

18h Coral Cantar é Viver Roberto Brenner e CCI

19h – Cantata Natalina Coral “Vozes de Corumbá”

20h – Musical – Quarteto “Vox Caeli”

21h – Pastorinhas – Encenação Musical – Pirenópolis.

Dia 11 de dezembro (sábado)

13h – Abertura

16h – Banda Francisco e Jacinta – Abadiânia

18h – Cantata Natalina – Coral “São José Operario”.

19h – Monges da Santa Cruz

20h – Banda Príncipe da Paz

21h – Orquestra de Violeiros

Dia 12 de dezembro (domingo)

13h – Abertura

16h – Orquestra Jovem Anápolis

18h – Verbo Música

19h – Ricardo Teles

20h – Trio Musical Dois+Um (Cassio)

20h45 – Musical – “Ministério Plenitude”




Jesus Jesus

Chocolate, Coelhinho, Coelho da Páscoa, Coroa de Espinhos, Crucificado, Crucificção, Cruz, Feliz Páscoa, Jesus, Mensagem, morte, Ovos de Páscoa, Pascoa, Pernalonga, Vida, Vida Nova. Mensagens e Coelhos da Páscoa.



Lindas mensagens com

fotos de Jesus,

coelhos, ovos de chocolate.

Em comemoração à

Páscoa do Senhor Jesus.


Molduras_tema_de_pascoa


FELIZ PÁSCOA PARA TODOS.



Pernalonga
Coelho não poe ovos Coelho não poe ovos



Pernalonga
Coelho não poe ovos Coelho não poe ovos


Ovos de páscoa


Semana Santa,

Meditando uma Nova vida.


PAIXÃO DE CRISTO

PAIXÃO DE CRISTO

PÁSCOA – PPT


Semeando a cultura de Pentecostes