Encontro Ministério de Musica Anápolis – 2013.

Encontro de Músicaclick e amplie.

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Encontro Diocesano

Ministério das Artes

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Música.

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Encontro para todos os Ministérios de música,

Grupos musicais, Cantores e animadores em grupos de oração e ou liturgia que pertencem à Diocese de Anápolis e cidades vizinhas, mas receberemos também com muito prazer músicos de outras Dioceses.

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.”POR CAUSA DA TUA PALAVRA

LANÇAREI A REDE”

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Participação especial:

Padre Delton Filho

Comunidade Coração Fiel

Daniel

Missão Louvor e Glória

 

Coordenador Nacional do

Ministério das Artes

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Sexta Feira – 13/09/13

Início a partir das 18:00 Hs

Sábado dia – 14/09/13

Domingo dia 15/09/13

Encerramento às 16:00 Hs com a Santa Missa no Local..

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Local:

O encontro será fechado

No Convento Mãe Admirável,

Av. Jamel cecílio Bairro Jundiaí – Anápolis – Goiás

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click aqui e conheça o local, com o mapa.

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Taxa de R$ 50,00

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Realização:

Diocese de Anápolis

Renovação Carismática Católica

Ministério Das Artes

Informações:

Robertinho – 62 – 9132-3409

Canon – 9121-9580

Escritório – 62 – 3387-2439

rcc.anapolis@bol.com.br

rcc.anapolis@ig.com.br

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Agenda 2013 – RCC – Anápolis.

https://rccanapolisgo.wordpress.com

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Dom da Piedade.

MEDITAÇÃO SOBRE Os Dons do Espírito Santo.

O dom da piedade gera no coração humano a experiência existencial da nossa filiação divina. Por ele, somos introduzidos no relacionamento do filho de Deus, Jesus, com o Pai, na Trindade.

Com este dom, a pessoa começa a experimentar a intimidade e confiança de Jesus em relação ao Pai. É a forma de vivenciarmos plenamente o nosso batismo, a filiação divina, através da nossa incorporação em Cristo, como diz são Paulo: “somos filhos no filho”.

A vivência deste dom possibilita um relacionamento afetivo e efetivo com Deus, nosso Pai. Este relacionamento se expressa de forma especial na nossa oração e transborda para a nossa vida. A qualidade da nossa oração passa a ser mais simples e profunda como o relacionamento de uma criança que se sente amada por seu pai.

Outra consequência é a vivência fraterna, que passa de um mero conceito bonito, para uma realidade existencial; o amor aos irmãos torna-se, assim, fruto do nosso relacionamento com aquele que é o nosso Pai comum.

Uma grande santa da igreja tinha esse dom de uma forma muito perceptível: Santa Terezinha do Menino Jesus. Ela desenvolve uma espiritualidade que se chama infância , um caminho para permanecer como uma criança que vive na confiança absoluta de Deus que é Pai.

O caminho para que este dom, que recebemos no batismo, possa crescer em nós é: primeiro, a súplica do espírito santo; e o segundo, é o exercício da virtude da religião, isto é, de uma espiritualidade disciplinada, marcada pela oração, pela vivencia litúrgica e leitura orante da Palavra de Deus.

Destacaria, entre esses, o exercício diário da Lectio Divina, que é uma leitura orante da Palavra de Deus, que vai, aos poucos, nos introduzindo na dinâmica do relacionamento de Jesus com o Pai. Desta forma, vamos aprendendo que a oração é um dialogo de amor e intimidade que, quanto mais nos aproximamos e nos exercitamos, mais vai crescendo dentro de nos.

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Dom da Fortaleza.

MEDITAÇÃO SOBRE Os Dons do Espírito Santo.

O dom da fortaleza é uma forma de partilhar daquela força que fez Jesus subir a Jerusalém e lá tomar sua cruz e dar sua vida por nós. Esta força é completamente despida de violência e cheia de ternura.

O dom da fortaleza une, em nós, duas virtudes que na natureza humana andam separadas: a virtude da força para realizar o que nos é proposto – que nos faz passar por cima de qualquer coisa para atingirmos nosso objetivo – e a virtude da doçura e bondade, que é aquela que nos faz ter atenção e cuidado com todos aqueles que convivemos. Na nossa experiência diária essas duas virtudes estão bem separadas. As pessoas fortes, decididas e empreendedoras tendem a ser pouco sensíveis em relação àqueles que estão no seu caminho, justamente para cumprir suas metas. E as pessoas amáveis e atenciosas com os outros tendem a ter mais dificuldade de usar a força no momento necessário e, consequentemente, têm dificuldades de atingir seus objetivos.

O dom da fortaleza nos unifica interiormente para que a força e a ternura operem com a intensidade que cada situação necessita. Desta forma, podemos realizar com precisão e eficácia a vontade de Deus na nossa vida.

Outra característica do dom da fortaleza é que ele nos possibilita passar pelos momentos difíceis e sofridos sem abatimento, ao contrário, com coragem e determinação; e mais ainda, sem guardar ressentimentos das pessoas e dos acontecimentos, e sim vendo nisso uma oportunidade de unir-se a Jesus na sua paixão. Tudo isso com paz no coração e ternura nas atitudes.

Um grande santo – São João da Cruz, místico e doutor da Igreja – tinha esse dom de forma admirável. Um homem de vida muito penitente e que sofreu grandes perseguições, inclusive ser preso e chicoteado injustamente semanalmente, sem, com isso, perder a paz e a doçura nas suas palavras e atitudes. Vejamos o que ele diz sobre a busca da fortaleza: “procure sempre inclinar-se não ao mais fácil, senão ao mais difícil. Não ao mais saboroso, senão ao mais insípido. Não ao mais agradável, senão ao mais desagradável. Não ao descanso, senão ao trabalho…abrace de coração essas práticas, procurando acostumar a vontade a elas. Porque, se de coração as exercitar, em pouco tempo achará nelas grande deleite e consolo, procedendo com ordem e descrição”.

Este mesmo santo nos revela outra característica do dom da fortaleza, quando diz: “uma alma apaixonada por Deus é suave, mansa, humilde e paciente”.

O dom da fortaleza deve ser pedido insistentemente na oração. E, aliado a este pedido, devemos exercitar a virtude da perseverança, para que a nossa natureza se disponha a receber este dom. Devemos ter perseverança nos nossos bons propósitos, na nossa vida de oração, no amor fraterno e na penitência. Este exercício deve ser desde as pequenas coisas, como por exemplo a leitura de um livro, até as grandes, como a perseverança num casamento. O fundamental é nunca deixar algo pela metade. Mesmo com sacrifícios, devemos levar a bom termo tudo que iniciamos, sem jamais desistir.

A virtude da perseverança nos preserva de atitudes infantis, que são, fundamentalmente, fazer só o que gostamos, para, assim, como pessoas maduras, nos exercitarmos em fazer aquilo que é preciso e o que é melhor para nós e para os outros.

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O Dom da Sabedoria.

MEDITAÇÃO SOBRE Os Dons do Espírito Santo.

“Eu e o Pai somos um”

O dom da sabedoria é o dom contemplativo por excelência, e nos concede experimentar o sabor da comunhão com Deus. A raiz latina da palavra sabedoria nos revela que este dom nos possibilita ter uma forma de conhecimento saboroso do mistério de Deus. Como diz o salmista: “provai e vede como o Senhor é bom”.

Jesus, aquele que é o messias e no qual o Espírito Santo repousa, viveu este dom de forma plena, como vemos na oração sacerdotal, do evangelho de João: “tudo que é meu é teu, e tudo o que é teu é meu” (Jo 17, 10). Isso revela a unidade profunda existente entre Jesus e o Pai.

Jesus, através do seu nascimento, morte e ressurreição, no introduz nessa comunhão de amor que é a Trindade. O dom da sabedoria é a vivência mais plena desta comunhão. Vejamos ainda o que Jesus diz, na oração sacerdotal, sobre nossa comunhão com Deus através dele: “Que todos sejam um, como tu, Pai, estás em mim, e eu em ti. Que eles estejam em nós, a fim de que o mundo creia que tu me enviaste. Eu lhes dei a glória que tu me deste, para que eles sejam um, como nós somos um: eu neles, e tu em mim, para que sejam perfeitamente unidos, e o mundo conheça que tu me enviaste e os amaste como amaste a mim.” (Jo 17, 21-23).

O dom da sabedoria nos introduz no relacionamento místico e contemplativo com Deus naquilo que Ele é em si mesmo. O dom do entendimento nos revela como Deus age, nos introduzindo na “lógica” de Deus e de suas ações. O dom da ciência nos revela a relação entre as criaturas e Deus e, assim, nos mostra o valor de todas as coisas perante Ele.

Assim, o dom da sabedoria nos revela o mistério de Deus na comunhão de amor do Pai, do Filho e do Espírito Santo e o que é próprio de cada Pessoa na relação da Santíssima Trindade. Por isso, ele é o maior de todos os dons.

Aqueles que vivenciam este dom já experimentam na terra algo que é próprio dos bem-aventurados no céu. É por esse motivo que o nome deste dom é sabedoria: porque ele nos concede uma forma de conhecimento saboroso de Deus, que é próprio daqueles que já vivem a felicidade no céu.

Para todos os dons do Espírito Santo temos colocado um santo como referência. Neste dom, que é o mais excelente de todos, a referência é a Virgem Maria, que foi plenamente envolvida pelo mistério maior de Deus que é a Santíssima Trindade. Ela é a filha amada e escolhida do Pai, a mãe do Filho de Deus, e a esposa do Espírito Santo.

A Virgem Maria teve no seu ventre a Sabedoria encarnada: o próprio Jesus. Ela o acompanhou e conheceu de uma forma que nenhuma outra criatura, nem do céu e nem da terra, pode conhecer. Por isso ela é a “Sede da sabedoria”.

Para receber este dom, que é o mais sublime, precisamos pedir com insistência ao Espírito Santo, pela intercessão da Virgem Maria. E o exercício que devemos fazer para nos disponibilizar para receber este dom é a vivência dos outros seis dons do Espírito Santo:

Os que nos introduzem na vida cristã de forma mais plena: o dom do temor de Deus e o dom de piedade;

Os dons ligados à vida ativa: dons de conselho e fortaleza;

Os dons da vida contemplativa: ciência, entendimento e sabedoria.

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Dom de Ciência.

MEDITAÇÃO SOBRE Os Dons do Espírito Santo.

O dom de ciência é uma forma de participar, através da ação do Espírito Santo, do conhecimento das criaturas, das coisas e de sua relação com o criador. Esta é uma forma de conhecimento amoroso, dado pelo Espírito Santo.

O dom de ciência nos possibilita ter um relacionamento com as criaturas e com as coisas com absoluta liberdade e ordem, reconhecendo a relação íntima de todas as coisas com Deus e, consequentemente, sua utilidade.

Este dom nos faz perceber a obra de Deus na criação, gerando um louvor profundo e intenso por cada criatura. Desenvolve em nós o cuidado com a criação, nos ajudando a reconhecer a diferença fundamental entre o ser humano – centro de toda criação – do restante da criação de Deus.

Através desse dom, o Espírito Santo nos faz avaliar o valor de cada coisa a partir da utilidade real para o ser humano, retirando toda supervalorização e apego aos bens materiais, gerando, assim, uma profunda liberdade e gratuidade na forma de lidar com os mesmos.

Um grande santo Italiano, São Francisco de Assis, tinha esse dom de forma muito especial. Ele era completamente desapegado dos bens materiais. Tinha um profundo amor pelas criaturas por elas terem sido criadas por Deus e expressarem Seu  grande amor por nós. Abaixo o cântico das criaturas de São Francisco:

Altíssimo, onipotente, bom Senhor,

teus são o louvor, a glória e a honra e toda bênção.

A ti somente, Altíssimo, são devidos

e homem algum é digno de te mencionar

Altíssimo, onipotente, bom Senhor,

teus são o louvor, a glória e a honra e toda bênção.

A ti somente, Altíssimo, são devidos

e homem algum é digno de te mencionar.

Louvado sejas, meu Senhor, com todas as tuas criaturas,

especialmente meu senhor o irmão sol

que, com luz, ilumina o dia e a nós.

E ele é belo e radiante com grande esplendor:

de ti, Altíssimo, carrega significação.

Louvado sejas, meu Senhor, pela irmã luz e as estrelas,

no céu as formaste claras e preciosas e belas.

Louvado sejas, meu Senhor, pelo irmão vento

e pelo ar e nublado e sereno e todo o tempo

pelo qual dás sustento às tuas criaturas.

Louvado sejas, meu Senhor, pela irmã água

que é muito útil e humilde e preciosa e casta.

Louvado sejas, meu Senhor, pelo irmão fogo

pelo qual iluminas a noite e ele é belo e jucundo e robusto e forte.

Louvado sejas, meu Senhor, pela irmã nossa mãe terra

que nos sustenta e governa e produz diversos frutos

com coloridas flores e ervas.

Louvado sejas, meu Senhor, por aqueles

que perdoam por teu amor

e suportam enfermidades e tribulações.

Bem-aventurados aqueles que sustentam a paz porque por ti, Altíssimo, serão coroados.

Louvado sejas, meu Senhor, pela irmã nossa morte corporal

da qual nenhum homem vivente pode escapar.

Infelizes aqueles que morrem em pecado mortal;

bem-aventurados aqueles

que se encontram em tua santíssima vontade

porque a morte segunda não lhes fará mal.

Louvai e bendizei a meu Senhor

e agradecei e servi-o com grande humildade

O dom de ciência deve ser pedido, na oração, ao Espírito Santo. Juntamente com isto, devemos exercitar a virtude do desapego dos bens materiais e procurar não ter como  nossa propriedade algo que não nos é útil, resistindo à tentação do consumismo e da valorização excessiva de algum bem material.

Nossa atitude interior deve ser de louvor a Deus, especialmente pela criação: pela água que usamos, pelo ar que respiramos, pela comida que comemos. Devemos cultivar o hábito de dar graças nos momentos das refeições. Desta forma, estamos reconhecendo a profunda verdade de que tudo vem de Deus!

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Dom do Temor de Deus.

MEDITAÇÃO SOBRE O Dom do Temor de Deus

Nesta postagem damos início a uma série sobre os dons do Espirito Santo. Na verdade, são esquemas de palestras dadas por mim, que as pessoas pediram para ter acesso e que eu, para facilitar, resolvi colocar no Blog.

“Um broto vai surgir do tronco seco de Jessé, das velhas raízes, um ramo brotará. Sobre ele há de pousar o espírito do Senhor, espírito de sabedoria e compreensão, espírito de prudência e valentia espírito de conhecimento e temor do Senhor.” (Is 11,1-2).

Nesta profecia, vemos a promessa da vinda do Messias (Cristo) que se realiza na pessoa de Jesus. Ele é aquele sobre quem o Espírito Santo repousa em plenitude. É este mesmo Espirito que recebemos no nosso batismo e que nos é confirmado no sacramento do Crisma.

Os sete Dons do Espírito são uma forma de nos dizer que recebemos a plenitude do Espírito, já que o número sete tem o significado bíblico de plenitude e totalidade. Com isso percebemos que o Espírito vem a nós por inteiro. Na nossa experiência pessoal, a ação do Espírito é percebida por partes, e assim, a divisão pedagógica em sete Dons nos ajuda a compreender melhor a ação deste mesmo Espírito. Vamos à lista tradicional destes Dons:

Temor de Deus

Fortaleza

Piedade

Conselho

Ciência

Entendimento

Sabedoria

Para melhor compreender os dons, precisamos diferenciá-los das Virtudes. As virtudes são adquiridas pelo exercício perseverante do bem. Elas podem ser divididas em naturais e sobrenaturais: as virtudes naturais, como o próprio nome já diz, são adquiridas com o nosso empenho, sem uma percepção muito clara – por parte da pessoa – da graça de Deus. Como, por exemplo: a pontualidade, a responsabilidade e tantas outras. Já as virtudes sobrenaturais são o que poderíamos dizer uma sociedade entre o nosso esforço e a graça de Deus. Elas podem ser as mesmas virtudes naturais, mas sua força e operação são bem mais fortes e com maior perfeição.

Os Dons do Espírito Santo têm uma forma de operar bem superior a qualquer virtude, porque é o próprio Espírito agindo em nós. É uma forma de divinização da nossa natureza e, consequentemente, das nossas ações; é o que são Paulo nos diz “Já não sou eu que vivo mais é Cristo que vive em mim”.

Depois desta introdução podemos agora nos deter no primeiro Dom: o Temor de Deus. Ele nos introduz no relacionamento com Deus, no seu mistério de poder e santidade, gerando uma reverência amorosa, um reconhecimento profundo da grandeza e majestade de Deus, que gera, por conseguinte, uma rejeição ao pecado por este ser uma ofensa a Deus. Um exemplo forte da ação deste dom foi em São Domingos Sávio, que dizia: “Mil vezes morrer do que pecar”.

É tamanha a reverência, que é gerada no coração uma repulsa pelo pecado por ser ele uma absoluta injustiça para com aquele que é puro e santo e que, por amor, nos chama à comunhão com Ele. Desta forma, não é um medo e sim um conhecimento profundo da realidade do pecado perante a santidade e bondade de Deus.

Para receber este dom precisamos pedir, com oração constante e fervorosa, e, juntamente com isto, ter algumas atitudes: romper com os nossos pecados e nos afastar das ocasiões de pecado. Além disso, devemos exercitar uma virtude que nos prepara para acolher o Dom do Temor de Deus que é a virtude da temperança, especialmente, em relação aos nossos sentidos e hábitos. Usar de moderação no nosso comer, falar, dormir, naquilo que vemos e ouvimos, guardando todo o nosso ser dos excessos, que são meios para o pecado entrar no nosso coração.

O exercício desta vigilância em todas as nossas atitudes, nos possibilita um fortalecimento da nossa vontade e uma abertura para o Dom do Temor do Senhor, que vai penetrando nosso ser e nos transfigurando.

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Dom do Entendimento

MEDITAÇÃO SOBRE O DOM DO ENTENDIMENTO (INTELIGÊNCIA)

O dom do entendimento, também chamado “dom da inteligência” ou “dom do discernimento” (diferente do discernimento dos espíritos), nos dá uma compreensão profunda das verdades reveladas, sem contudo nos revelar o seu mistério. Só teremos plena compreensão do mistério quando estivermos face a face com Deus.

Faz-nos ver o que é divino sob a aparência do que é material. Por exemplo, crer em Jesus vivo e real nas espécies eucarísticas, o pão e o vinho. É bem conhecido o milagre de Lanciano ocorrido no século VIII. Um sacerdote, ao consagrar o pão e o vinho, teve uma dúvida de fé: será que eles realmente se transubstanciariam no corpo e no sangue de Cristo? Ocorreu, então, um milagre. O pão transformou-se em carne e o vinho em sangue. Até os nossos dias podem-se ver, em Lanciano, a carne e as gotas de sangue, sem deterioração, o que é uma confirmação de que Jesus está vivo e ressuscitado! Pelo dom do entendimento constata-se a graça de Deus nos sacramentos.

Torna-se claro que no visível oculta-se o invisível. No carpinteiro de Nazaré, reconhecer Deus Salvador. Esse dom nos faz ver nos irmãos a pessoa de Jesus Cristo. Paulo se chamava apóstolo abortivo, porque se considerava o menor dos apóstolos e nem se achava digno de ser chamado apóstolo (I Cor 15,8-9). São Francisco queria que os irmãos o pisoteassem. Santa Teresa se achava extremamente pecadora.

Finalmente, através desse dom, passamos a nos conhecer profundamente e a reconhecer a profundidade de nossa miséria.

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Semana Nacional da Família – 2013.


Semana_N_Família


Hora da Família 17 – 2013

SEMANA NACIONAL DA FAMÍLIA

A Transmissão e Educação

da Fé Cristã na FAMÍLIA:

De 11 a 18 de Agosto de 2013

NA SUA PARÓQUIA



HORA DA FAMÍLIA 2013 – Comunicado 1

Com uma edição mais dinâmica, belas ilustrações e harmoniosas cores,  acaba de chegar o HORA DA FAMÍLIA 2013.

O tema deste ano  é “A Transmissão e Educação da Fé Cristã na Família” considerando, especialmente, a responsabilidade dos pais. A reflexão também leva em conta o “Ano da Fé”, instituído pelo Papa emérito, Bento XVI, a Campanha da Fraternidade e a Jornada Mundial da Juventude a ser realizada no final do mês de julho, no Rio de Janeiro.
O livreto tem sete encontros, sete celebrações, cantos, instruções sobre associação de famílias, a organização da própria Comissão Vida e Família da CNBB. Os temas compreendem o papel dos pais; os desafios que se apresentam; os valores que permanecem; educação pela presença; a presença dos pais com fortaleza e docilidade; iniciação cristã, como educação para a felicidade e, por último, a elaboração de projeto de vida pessoal e familiar.
Nas celebrações propostas, há sugestões para: dia das mães, dia dos pais, dia dos avós, ocasião de bodas e ocasiões para lembrar a necessidade da penitência e da reconciliação. No subsídio, a Comissão apresenta o plano de ação de todo o ano de 2013.
O“Hora da Família” é distribuído pela Secretaria Executiva Nacional da Pastoral Familiar – SECREN, pelos Casais regionais da Pastoral Familiar e ainda em algumas livrarias católicas. http://www.cnpf.org.br/

HORA DA FAMÍLIA 2013 – Comunicado 2

O nosso subsídio “Hora da Família 2013” foi elaborado a partir da Palavra de Deus, de Documentos do Magistério, das catequeses dos Encontros Mundiais das Famílias em Manila (2003) e no México (2009), bem como alguns escritos dos fascículos da Escola de Famílias e textos acadêmicos e pastorais. O “fato da vida” também foi baseado no livro “Esposos e Santos” que foi composto pelas conferências organizadas pelo Pontifício Instituto João Paulo II de Estudos sobre Matrimônio e Família/Roma, que aconteceu entre novembro e maio de 2010.

A “Hora da Família 2013” foi elaborada para ser um instrumento que colaborasse, por meio de reuniões familiares e de grupos, em todos os ambientes, para aprofundar a reflexão sobre a beleza da família como lugar privilegiado para que o ser humano realize as suas mais nobres aspirações de eternidade e o grande bem que ela representa para cada pessoa e para a sociedade.

Com as reflexões a partir do tema A TRANSMISSÃO E EDUCAÇÃO DA FÉ CRISTÃ NA FAMÍLIA, o subsídio Hora da Família 2013 foi dividido em sete encontros, conforme a sequência:

Os temas dos encontros:

1º tema:

A Família, Primeira e Principal Transmissora da Fé.

[Leia Mais outros temas]. Clik no Link

2º tema: Desafios Cristãos na educação dos filhos na fé;

3º tema:  Valores que permanecem;

Indicações:

1 – A Paróquia e a Formação de Valores na Família.

2 – Família e Virtudes Sociais.

4º tema: Educar pela presença;

5º tema: Educar com fortaleza e “docilidade de alma”;

6º tema: Iniciação Cristã  [Leia Mais…]

7º tema: Projeto de Vida Pessoal e Familiar.

Os temas desejam provocar e desafiar os pais a assumirem cada vez mais a missão de primeiros e autênticos transmissores e educadores da fé cristã. Atraídos por Jesus Cristo, são convocados por Ele na Igreja ao anúncio do Evangelho, com um mandato que é sempre novo, uma nova evangelização, para descobrir de novo a alegria de crer e reencontrar o entusiasmo de comunicar a fé.

Na descoberta diária do amor, a família ganha força e vigor no compromisso missionário, que jamais pode faltar. Com efeito, a fé na família cresce quando é vivida como experiência de um amor recebido e comunicada como experiência de graça e de alegria. A fé torna os membros da família fecundos, porque alarga o coração com a esperança e permite oferecer um testemunho que é capaz de gerar: de fato, abre o coração e a mente dos ouvintes para acolherem o convite do Senhor a aderir à sua Palavra, a fim de se tornarem seus discípulos (cf. Porta Fidei, 7).

Além dos sete encontros, a “Hora da Família 2013” oferece outras sugestões de celebrações que envolvem os membros da família em ocasiões comemorativas e possibilitam celebrações em outros ambientes que vão além da comunidade eclesial, tais como: escolas, universidades, fábricas, escritórios e outros. Estes encontros são elaborados de tal forma que sejam úteis para qualquer época do ano.

Para facilitar os encontros, os trechos bíblicos foram colocados na sua íntegra “no corpo” deste subsídio. Trechos bíblicos retirados da Bíblia Sagrada – Tradução CNBB. No entanto, sugerimos que as leituras sejam proclamadas diretamente no livro bíblico.

A 17ª edição do subsídio “Hora da Família” traz em seu final uma relação de cantos. Dessa forma não há indicação dos cantos nos encontros. As equipes poderão escolher alguns dentre estes ou outros conhecidos da comunidade local. E um pequeno texto para motivar a implantação de Associação de Famílias nas diversas Paróquias do Brasil. E, por fim, a relação dos Bispos, Assessores eclesiásticos, casais da Comissão Nacional da Pastoral Familiar e seus respectivos endereços eletrônicos.

Não deixe a sua família fora desse momento de evangelização. Eu Participo!
A Hora da Família 2013 custa R$ 3,00 e você poderá comprar na Pastoral Familiar da sua Paróquia, Diocese ou Regional. Ou mesmo pelo telefone: 61 34432900 ou pelo.

Site: http://www.cnpf.org.br/




Textos Preparados para

Encontros de Casais Com Cristo

São sugestões de estudo para a preparação do tema proposto


      Atualizado em 10/05/2012